"O texto simplifica meu eu complexo, ora é aliado, ora me faz refém".- Hellen Cortezolli

quinta-feira, março 15

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A vida bem que podia ter uma tecla que nos possibilitasse pausar o tempo, e repensar nossas atitudes, sem que isso interferisse negativamente no espaço/tempo, assim ele não poderia ser desperdiçado.

As revoluções por minuto, não são mais tão revolucionárias assim. Se analisarmos profundamente o que teoricamente foi inventado recentemente, não passou de melhorias de artigos anteriormente existentes. Apenas novas tecnologias para o que já foi experimentado um dia.
Aprimoramentos... Releituras...

O que aconteceu com os cientistas, Darwin, Einstein, Newton, não deixaram pupilos?
Ninguém mais tenta viajar no tempo, nem provar que o amor existe com fórmulas calculadas derivadas de anos de dedicação?

Mesmo que a biologia defenda que os sistemas semelhantes tendem a se integrar, a física assegure que os opostos se atraem, os iguais se repelem, no fundo o cérebro deseja que a dopamina seja liberada, cause sinapses, algumas contrações e que tal um cigarro? Vire para o lado e finja estar satisfeito, até parece que não irá desejar mais da sensação.

Foram multiplicadas as interpretações para os acontecimentos que regem nossas vidas. Talvez não fosse acertadamente possível fazer o apanhado de quantos nomes a força que move o mundo tem atualmente.  Nem de como se apresenta: luz, câmera, ação!

A única evolução do homem foi a de desenvolver inúmeras formas de como molestar o homem em infinitas modalidades, psicológicas, físicas, intelectuais, espirituais, emocionais... Em todos os estágios de sua nada mole vida. Tragicomédia, com suspense, terror e uma baita trilha sonora.
Um dia de fúria, tem reprises, acima do considerável. E, a dor é mensurada com desdém. Os problemas dos outros são sempre menores que os seus e assim por diante. Porque tudo que é seu é obviamente melhor que o do outro.

O corpo é um receptáculo passivo do lixo do universo, quiçá da galáxia.
As histórias contadas nos roteiros engavetados, que nas horas perdidas da vida, resolvem ir a público para que toda e qualquer personalidade consiga se identificar, não são ficcionais. Nem mesmo as piores aberrações. Supostamente são originadas de sonhos provocados pelo subconsciente que de alguma forma pede ajuda. Talvez para se desfazer de tanta informação.
As informações de ontem, hoje e amanhã, não foram assimiladas a contento, porque o próprio tempo é irregular.

Sobram teorias, faltam comprovações e a confusão ainda vence a disputa declarada.
Interpretações variam conforme a capacidade cognitiva, então o tempo é individual como o DNA.

Finjamos que seja possível e vamos desejar juntos que algum gênio mercadológico/bizarro/egoísta, invente uma tecnologia para modificar quem somos dentro de nossa própria história, afinal, somos experts, Phd’s em simulacros.