"O texto simplifica meu eu complexo, ora é aliado, ora me faz refém".- Hellen Cortezolli

terça-feira, junho 15

Oi, posso entrar?

Atendendo a pedidos e ameaças... rsrsrs Depois me explico melhor.

Agora quero aproveitar os sentimentos, na ponta dos dedos, afinal fazia tempo que isso não acontecia. Resolvi dividir a minha incapacidade de administrar crises de egos. Faço minha mea culpa, baseada nas minhas próprias experiências. É bem provável que a forma com que vejo o mundo tem a ver com minha formação, cultura, experiências, entendimentos, crenças e descrenças.

Então, respeito à opinião das pessoas, mas tenho a minha também. Assim como outras pessoas, me manifesto e muito. Tudo bem, ultimamente isso não tem acontecido com tanta frequência, já que estou sendo consumida pelo tempo, com dosagens cavalares.

Sinto muito, mas não consigo ver sob a óptica de egos inflamados, não quero notoriedade. Porque quando desejo isso, escolho um vestido vermelho. Quero respeito, mereço. E faço isso com estudo, trabalho, dedicação para comigo, não para os outros.

As experiências que trago no currículo são minhas, não das empresas para as quais trabalhei, com as pessoas com as quais convive e naturalmente aprendi. Se elas conseguiram absorver algo com a minha contribuição para o crescimento do trabalho na época, que bom para ela e para os membros que fazem ou farão parte de suas vidas profissionais.

Mesmo com o rótulo de reacionária que meus pais acreditam que eu tenha, (porque na verdade meus pais pensam assim, não me deixaram ir a Cuba, com medo que Fidel fizesse algo contra a minha pessoa quase invisível, posso com isso?), os pensamentos vanguardistas que tenho, são para me proteger e beneficiar. Então, se identifico um problema, devo me preparar para enfrenta-lo e fazer dessa vivência mais um subsídio para o meu crescimento. Assim mesmo, numa observação egoísta. Muito prazer, esta também sou eu.

Não sou ladra do meu próprio dinheiro, não me achei no lixo, não jogo pérolas aos porcos. Defendo os meus, brigo, sinto e protejo meus direitos. Nada, além disso. Contudo, não consigo administrar crise de egos, quando o principal propósito é a autoafirmação.

Terapia nesse caso ajuda… ah, é caro né? É mais fácil minar os lugares por onde passa, como o personagem da peste, que matava quem tocasse. (tô assistindo muito Supernatural).

Essa viagenzinha foi o meu retorno, porque a crise de não conseguir escrever tá quase passando, preciso terminar meu projeto e iniciar outro, temi pela qualidade dos meus textos, a falta de tempo me fez sucumbir a mesmice, e não posso permitir que isso aconteça. Me chocou o fato de não conseguirem entender o que escrevi, não porque meu texto estivesse uma bost@, mas porque como futura jornalista ou comunicóloga, é minha obrigação utilizar uma linguagem capaz de atingir qualquer nível intelectual e falhei. Pode ser característico de “crise de fim de curso”, mas busquei a comunicação por isso não ter acontecido apenas uma vez…

Falei que não queria mais escrever no blog, fui mal interpretada, disseram que era “golpe de marketing” hahaha, mas não me ofendi. Como disse no post anterior, sou grata pelos que me acompanharam ou acompanham. Mas, estava me sentindo na obrigação de postar sempre, e meu blog é hobby, não ganho nada com ele a não ser o meu prazer de expor minhas ideias e isso não tem preço. Egoisticamente falando.

anim2 Já está bom por aqui, escrevi muito, talvez não tenha dito nada, prolixo ou não, exteriorizei o que há tempos me perturbava. Eis uma terapia em conta da qual falei. Beijos!

Com essa garanti minha orientação. :)