"O texto simplifica meu eu complexo, ora é aliado, ora me faz refém".- Hellen Cortezolli

sexta-feira, julho 22

(In) Diferença

Não sei bem o dia em que fui com os colegas numa manhã igual as outras, até o local indicado... 
Precisava cadastrar minhas digitais... E lá foi o martírio de sempre, o mesmo encontrado na catraca da faculdade, na hora de retirar a Carteira de Habilitação e de registrar a entrada e saída do trabalho. 

Esbarro sempre no lance da biometria... 
Tenho feito rodeios eu sei... Mas, não quero mais ser direta como sempre. 
Resumão, hoje fui até o cartório para solicitar um documento que autorizasse outra pessoa a registrar a digital em meu lugar, essa outra pessoa será meu velho pai, rsrs. 

Ele inconformado com a situação, já que a moça do cartório disse não saber de que documento eu precisava e me ofereceu justamente os serviços que não atendem a minha urgência, a biometria, rsrs. Tenho que rir para não chorar.

O fato é  que aproximadamente 3 mil pessoas no mundo tem esse defeitinho genético raríssimo, que impede a formação das digitais. E de acordo com a wikipedia: a probabilidade de um bebê nascer com esse problema é cerca de um em cada 3 milhões. E adivinha quem tem digitais tão finas que nem a tal da biometria consegue ler?? 

Pois é, o nome dessa raridade é síndrome de Nagali e diante dessa dificuldade, o jeito é arrumar logo um leitor de íris portátil, rsrs. Não foi por falta de oferecer os dedos dos meus membros inferiores, mas as pessoas responsáveis por cadastrar as digitais nesses lugares que já citei, me encaram como se vissem um E.T, me resta rir. 

Ah, exceto o último, que respirou fundo e ficou furioso porque o aparelho não reconhecia minhas digitais, isso mesmo, sempre são os dez dedos das mãos cadastrados e sem sucesso. 

Amanhã retorno a peregrinação com o documento em mãos para finalmente me cadastrar... eu acho. :)

PS - Ainda tem idiota que acha que tenho necessidade de ser diferente, fala sério! Preciso disso? hahaha 
Eu sou tá, desculpa aí.