"O texto simplifica meu eu complexo, ora é aliado, ora me faz refém".- Hellen Cortezolli
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segunda-feira, julho 26

A culpa é nossa

Meu fim de semana foi em casa, assistindo todas as porcarias que as tvs paga e aberta oferecem.

O twitter também não forneceu nenhum assunto atraente. Isso no âmbito nacional, porque se depender do local, é sempre a mesma chatice. Sobretudo, porque utilizam essa ferramenta como msn. O que na minha avaliação é um retrocesso ao tempo do mirc (chat onde todo mundo via as conversas de todo mundo), o que provocava um bruta lag.

Então, resolvi contribuir com o “agendamento” triste, das emissoras de televisão, sobre o comentário do ator Sylvester Stallone referente à visita feita ao Brasil no ano passado, para filmagens de algumas cenas para seu filme, em um evento de anime (não sei o que esse cara fazia lá, rsrsrs). Obviamente que tratou-se do morro do Rio de Janeiro que utilizaram como cenário. Como será que conseguiram subir lá? E não faço menção a logística, tá? Eu sei que você entendeu.

Acredito que a falta de assunto, já que o goleiro do Flamengo e suas peripécias sexuais, apesar de ainda vender jornais já ter caído na mesmice. Agora a onda é cutucar o ego abatido dos “pobres brasileiros”. Como se não fosse verdade o que o cara declarou.

Quando fala-se em Brasil, no exterior, as pessoas ligam à “caipiruinha”, “moulatas”, “semba” ou “proustituixon” (a escrita caótica foi proposital, então poupe seu tempo em corrigir). Quantas mulheres brasileiras fazem de seus objetivos na vida, casar com um estrangeiro, obviamente, ter filhos (para garantir seus green cards) e ir morar fora do Brasil. Não é uma crítica infundada, isso acontece mesmo. Raros casos em que não foi premeditado…

Não falo só dos EUA não. Se lavarmos em consideração a fronteira com a Guiana Francesa… Os franceses são recebidos no Brasil a pão de ló e dirigem da pior forma possível, não acontece nada… Saem numa boa e levam de brinde algumas crianças como aperitivo. Agora tem político que sobe em palanque para falar asneiras que incentivam as pessoas a entrarem pelo quintal da casa alheia e desejarem tratamento VIP.

Você gostaria que alguém pulasse o muro da sua residência, entrasse na sua casa e ainda dissesse à você que o dinheiro que recebe por seu trabalho é dele também?

A culpa é nossa em todos os aspectos.

Na escolha de pessoas burras para ocupar cargos que dão trabalho mental, como na escola, por exemplo. No desinteresse por assuntos pertinentes que dizem respeito à coletividade, apenas por optar pelo silêncio para evitar aquela gastrite nervosa já conhecida, quando um babaca qualquer faz seus ouvidos de privada para despejar seus dejetos (pensamentos) nada intelectualizados… ou pior ainda, quando um intelectualóide quer autopromoção para massagear seu ego infeliz. Para não mencionar sua genitália ínfima, compensada com algum carro último tipo (nada contra os carros, só contra os caras).

Ainda sobre o filme do carinha, eu vou assistir, assim como assisto, ouço e observo tantas outras porcarias ditas como cultura por muitos que se acham inteligentes. Nada a ver, esse lance de ficar ofendidinho. Bem que poderia rolar de vez em quando um ataquezinho xenofóbico. Eu mesma já passei por isso inúmeras vezes (e olha que só porque não sou do Amapá), não dou a mínima. Nenhum comentário vai mudar os planos que tracei para eu atingir.

Ah, me poupe! E, isso porque hoje é segunda-feira.

domingo, junho 20

Com vocês: in T er V alo

A in T er V alo foi um projeto de iniciativa do coordenador dos laboratórios de tv e rádio, Regi Cavaleiro e da professora de telejornalismo Cláudia Arantes.

Foram duas versões do jornal experimental, que seria divulgado na hora do intervalo, essa que disponibilizei aqui no blog e a outra seria um especial do Congresso de Comunicação, mas muito material foi perdido, com as idas e vindas do conserto do único computador que captura imagens da faculdade. Vírus, a faculdade não conhece anti-vírus, todos os laboratórios são minados. E, quem “conserta” são os técnicos da GETEC, já viu né?

Porém, apesar da aprovação da diretoria da Faculdade Seama, o projeto naufragou diante da falta de equipamentos, já que a faculdade só dispõe de três câmeras e dois microfones pobrezinhos (estão tão velhos e ralados, que fizemos uma vaquinha para mandar fazer uma canopla, porque ficávamos morrendo de vergonha, hahaha), para atender toda a demanda dos cursos.

Isso mesmo, outro projeto foi também aprovado pela diretoria (acho que estavam de bom humor), disponibiliza “todos os equipamentos” o computador para captura das imagens e técnico para edição, para atender todos os cursos que a faculdade oferece, inclusive a trabalhos de professores… Estão todos fazendo documentários, legal, né?

Seria mesmo se não fosse a situação tão precária que o curso de Comunicação Social se encontra, acredita-se que segue rumo à extinção.

Pense bem você que pretende fazer vestibular, não se iluda com o que os folders promovem, busque informações com os alunos que já estudam e com os que conseguiram se formar.

Boa sorte aos alunos que como nós, não vêem a hora de terminar o curso e sair da SEAMA.

  DSC01141                                                                                                    

* O tempo de duração do jornal da Tv intervalo são 16 minutos, mas o youtube só admite dez, então foi reeditado, tá?

quarta-feira, setembro 23

Corre-corre, vergonha e frustrações

Foi nessa ordem que aconteceu a produção da minha primeira matéria para TV, tudo começou com a obrigatoriedade da produção...
A faculdade firmou um convênio com uma emissora local, onde seríam transmitidas as matérias produzidas por alunos que ainda estão em fase de aprendizagem, que passaram apenas pela experiência de 1 teste de stand-up, enfim...
Já foram transmitidas algumas matérias.
Fiz a cobertura de um evento que aconteceu na segunda pela manhã, o meu colega não pôde ir comigo, porque já atua na área e teve um compromisso de última hora.
Como não poderia perder para esse imprevisto, escalei meu namorado que geralmente não me deixa na mão... Lá fomos nós para o tal do evento, fiquei com vergonha para caramba...no início até que foi tudo bem, afinal não achei que realmente as pessoas estavam vendo a mim, e sim imaginei que temesse a câmera... Não sei porque pensei isso, o povo gosta muito de aparecer!
O homem com o microfone na mão e com a voz reproduzida não sei quantas vezes mais alta, pelo carro de som, fez menção aos acadêmicos de jornalismo e de direito presentes.
"É isso mesmo, os acadêmicos estão aqui porque têm que aprender..." exclamou aos quatro ventos.
Como fiquei devendo uma cópia do meu último documentário ao autor da "música" tema da ação, estava zangado comigo, mas me concedeu mesmo assim a entrevista.
Em resumo alguma filha da @$%#& e mal *%#@!, barrou minha matéria, olha que eu segurei o pobrezinho do editor que fez milagre com o conteúdo que colhemos, no fim até que ficou bacana, melhor do que a primeira que foi veiculada no tal programete.
É isso fiquei muito @#$%. Também não faço mais.
Só pra registrar, detesto TV, só fiquei com mais ódio ainda.