

Afinal, algumas histórias merecem ser contadas com detalhes, por mais sórdidos que possam parecer, pois não poderemos contar com a memória para sempre. Assim, 2016 merece vários ensaios vintage, com gosto de "ainda não sei".


*Esse texto foi totalmente baseado no artigo publicado por - Dan Zarrella - pesquisador premiado, cientista e autor do livro O'Reilly Media "O Social Media Marketing Book".Ele tem um fundo de desenvolvimento web e combina recursos de sua programação com uma paixão pela comunicação social, com o propósito de estudar o comportamento dos meios de comunicação social a partir de um backup de dados cientificamente fundamentado nas melhores práticas.
A in T er V alo foi um projeto de iniciativa do coordenador dos laboratórios de tv e rádio, Regi Cavaleiro e da professora de telejornalismo Cláudia Arantes.
Foram duas versões do jornal experimental, que seria divulgado na hora do intervalo, essa que disponibilizei aqui no blog e a outra seria um especial do Congresso de Comunicação, mas muito material foi perdido, com as idas e vindas do conserto do único computador que captura imagens da faculdade. Vírus, a faculdade não conhece anti-vírus, todos os laboratórios são minados. E, quem “conserta” são os técnicos da GETEC, já viu né?
Porém, apesar da aprovação da diretoria da Faculdade Seama, o projeto naufragou diante da falta de equipamentos, já que a faculdade só dispõe de três câmeras e dois microfones pobrezinhos (estão tão velhos e ralados, que fizemos uma vaquinha para mandar fazer uma canopla, porque ficávamos morrendo de vergonha, hahaha), para atender toda a demanda dos cursos.
Isso mesmo, outro projeto foi também aprovado pela diretoria (acho que estavam de bom humor), disponibiliza “todos os equipamentos” o computador para captura das imagens e técnico para edição, para atender todos os cursos que a faculdade oferece, inclusive a trabalhos de professores… Estão todos fazendo documentários, legal, né?
Seria mesmo se não fosse a situação tão precária que o curso de Comunicação Social se encontra, acredita-se que segue rumo à extinção.
Pense bem você que pretende fazer vestibular, não se iluda com o que os folders promovem, busque informações com os alunos que já estudam e com os que conseguiram se formar.
Boa sorte aos alunos que como nós, não vêem a hora de terminar o curso e sair da SEAMA.
* O tempo de duração do jornal da Tv intervalo são 16 minutos, mas o youtube só admite dez, então foi reeditado, tá?
Todos os clic’s foram do Márcio Merctz, meu amigo pessoal, colega de trabalho e classe. |
* Desejo ao próximo estagiário da ASCOM do TRE, todo o sucesso do mundo! Que agarre essa oportunidade com unhas e dentes, assim como eu! :)
Transportar para o papel toda a capacidade imaginária, canalizada de forma a usufruir de conhecimentos apreendidos sobre como chamar a atenção, prender por maior tempo possível o leitor... Não é tarefa fácil. O usufruto de tal mecanismo permite excentricidades confessas, admitidas sem temores.
Não se trata unicamente de devaneios de uma simpatizante das possibilidades que regem a alma humana, em sua moralidade e intelectualidade num raciocínio bem superficial, que de certa forma é frustrada por ter visto na comunicação o atalho mais adequado para se aproximar da socialização. O que muitas vezes se comprova inversamente.
O jornalismo foi mera formalidade, moldes estabelecidos por uma hierarquia de interesses cognitivos. Sim, linguagem com a qual se anseia atingir minorias relevantes.
Com julgamentos adequados no que concerne o contexto proposto nessas malfadadas linhas, ora clichês e em parte pertinentes.
A triste constatação de que o envolvimento da prática às vezes perde a teoria pelo caminho da execução, faz da rotina de criações ora brilhantes, ora medíocres, um peso incômodo de carregar. Execrando de certo modo as etapas que deveriam ser seguidas. Assim é um editor, mesmo que em texto anterior tenha sido considerado um mal feitor... Eis um mal necessário. Textos sem críticas, sem concisão são meros emaranhados de significados puramente unilaterais, que não atingem seu real propósito que é comunicar. Tendo ciência disso, me atrevo a fazer do texto parte importante da minha personalidade, que assim como eu precisa evoluir, ser polido, para quem sabe um dia consiga fazer-se compreender.
A relação de intimidade com o texto se equipara a síndrome de Estocolmo, um algoz que te faz escravo, intimida, te mantém muitas vezes refém, e ainda assim uma paixão, simpatia e amor inexplicável é nutrido por ele. Resolvi falar de texto novamente para justificar meu estado de completa falta de criatividade nesse últimos dias. Não foi falta do que contar, comentar ou criticar, foi o meio que não pude utilizar.
* E aí o que achou? O meu dia foi tão ruim, que se eu não fizesse alguma coisa para mudar, não iria dormir de novo… Espero que você ao menos tenha dado boas risadas. E, a propósito, essa historinha aí de cima, aconteceu com um texto meu. :(
O destaque vai para:
A aula de rádio.
Com data marcada para ir ao ar nesta sexta-feira, o projeto piloto da Rádio Pauta Livre ao vivo, adiou o sucesso de crítica e “ouvintes” para uma outra ocasião, consequência do nervosismo e insegurança, que adentraram o laboratório de rádio sem pedir licença e se aproximaram de maneira insólita dos apresentadores.
O que de certa forma não receberá destaque nas capas dos principais jornais do país, já que os os cobaias, digo, felizardos colegas, Plácido de Assis e Ane Gláucia, dupla escolhida para a estréia, não tem experiência como a maior parte da turma em radiojornalismo.
Espera-se contudo, que com a prática os exercícios passem a ser menos tensos e mais prazerosos.
Para os que acompanharam a empreitada, foi bastante divertido, pois o clima, não estava nada carregado.
O jeito foi gravar tudo mesmo. (Plano B legítimo).
E assim:
Ficou acordado que até que todos sintam-se à vontade e seguros para encarar os improvisos que o radiojornalismo exige, o rádiojornal Pauta Livre só irá ao ar com transmissão ao vivo, quando os alunos estiverem mais “amadurecidos”.
Depois da aula rolou o ensaio fotográfico, por insistência minha.
O motivo? Estávamos verdes, Plácido e eu.
Aproveitamos que a Sharloth (de preto) quis aparecer em momentos raros este e a visita da Lili (de rosa), que vez ou outra dá o ar de sua graça pelos laboratórios da Seama.
Os dias têm sido corridos.
Mal percebo que o dia já se foi, não passo mais as madrugadas acordada, tão pouco tenho escrito meus pensamentos insanos todo o tempo.
Não culpo os dias por passarem e me deixarem para trás, já que não tenho sido muito organizada mesmo.
Esquecer têm sido uma constante. Com uma facilidade enorme, às vezes esqueço que almocei, e isso após duas horas. Talvez seja falta de vitamina, mas no fundo acredito que seja muita energia criativa desperdiçada.
Sabe aquela onda de querer abraçar o mundo, com as pernas? Acho que sou o cúmulo do absurdo nesse quesito, acredito que tenha tentado essa façanha, com os dedos dos pés.
Está tudo muito grande ao meu redor…
Hoje por exemplo, já é madrugada de terça, mas a segunda foi muito grande. Não como “aquelas segundas” em que acordo pela manhã com a filosofia do Garfield (de quem odeia segunda-feira e gostaria de voltar a dormir)… contando os segundas para chegar o fim de semana.
Vale a pena citar os melhores momentos:
Pela manhã, a aula de roteiro estava prazerosa, o ritmo do grupo, apesar das reclamações do meu velho, vai bem. Me lembrarei de não convidar mais meu papito para ser meu coleguinha de curso, ele é muito “Caxias” não me deixa faltar, rsrsrs, que maldade a minha.
Tô curtindo muito. Contudo, acho que minha criatividade ainda está de férias, aff!
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À tarde no trabalho, foi conturbado, mas pensei várias vezes em não reclamar, e não é que deu certo!
Me senti mal no caminho pra casa, dores… Mas, madrecita me medicou e fui para aula. Foi legal, apesar do meu atraso, e do trânsito no caminho… Mas, ando preocupada com os trabalhos, com o “Trabalho de Conclusão”, este último já almoça comigo.
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À noite, aula bacana mesmo foi a de Telejornalismo II, eu já nem lembrava mais como usar a câmera…Foi muita prática.
Só lamento não ter registrado para postar aqui, não sei onde ando com a cabeça, que tenho perdido cliques fabulosos.
Ah! Para completar minhas lamúrias, esqueci de imprimir o trabalho de rádio, que saco!
A rádio ainda não tem nome, e nome de rádio é tão fraco. Essa palavra se encaixou bem. Não gosto de rádio, não gosto de como minha voz fica na rádio.
Assisti ao stand up que fiz na semana passada, tô gorda. Cadê disposição para cuidar do corpo?
Por falar em palavras, a disciplina Laboratório de Jornalismo Impresso, tem rendido boas pérolas, li textos muitos agradáveis, criativos, cheios de delicadeza na hora de transmitir para o papel o que cada um sente sobre a ação de escrever… Alguns renderam um raio X da alma, foi mágico. Porém, por mais que se tente, nem todo mundo tem alma, e na remessa de hoje, li um lixo… Que até mesmo o lixo se ofenderia de receber tal comparação. Então me pergunto:
Por que a surpresa, vindo de onde vem?
Não se pode julgar o livro pela capa, mas quando a capa não lhe diz nada, por que teimar em abrir o livro?
Assisti ao filme Legião, no sábado (não, não é da banda Legião Urbana), fala de quando Deus perdeu a fé no homem, e enviou os anjos para aniquilá-los… Um de seus soldados (anjo Miguel) resolveu desobedecê-lo, a trilha tem muito valor, enriqueceu cenas que poderia ser usadas tranquilamente em outras circunstâncias e não teriam o mesmo charme e/ou efeito. Todavia, o que isso tem a ver com as perguntas que fiz ainda a pouco? Talvez alguns livros, cujas capas nada atraentes sejam abertos, seja por curiosidade… ou esperança.
Mas, no caso acima, não teve jeito, não se aproveitou nada. Vazio, tão vazio que até mesmo o vazio se tiraria proveito, mas do texto em questão? Não! Nada.
Fiquei triste quando li.
Tive vergonha de ter alguém assim na mesma turma que eu.
Deixa para lá, entretanto, não seria eu mesma se não observasse de outro ângulo…o da língua afiada, por exemplo. Rsrsrs.
A internet não ajudou nada hoje…
Tenho exercitado minha paciência, não tem sido fácil, em especial hoje, apesar de meus esquecimentos imperdoáveis, foi um dia bom.
Retorno às aulas, e uma noite onde rostos já vistos, porém pouco distintos, preenchiam aquela sala, que para todos era novidade por ser visivelmente menor que a anterior… Mas, que não passava de mais uma sala branca, com uma lousa, cujo quadro de avisos pendurado na parede espera ter utilidade. E, no canto próximo a porta, uma lixeira de médio porte, forrada com um saco plástico preto, aguarda também ser usada… Quem sabe alguns papéis de balas ou chocolates, já que ninguém trouxe cadernos…
Aqueles rostos fazem parte de outros conjuntos, com histórias singulares, interessantes ou não, e sentidos. E, dentre eles a “delicada audição”, que se readapta aos poucos ao bombardeio de informações que retumbam junto a acústica nada agradável, onde pode-se ver o som ir até o fundo da sala, bater na janela metálica e retornar para a porta com um espaço de vidro para olhar através, tudo é sentido como um soco no estômago. Ainda assim, não dói.
E os jornais velhos, trazidos pela professora que veste verde e empolgada depois das férias, doida por produzir jóias, talvez, cujo brilho no olhar até pode ser contagiante… Porém, não deve se iludir, será melhor esperar que a festa profana extravase os resquícios de sonhos não realizados no fim do ano passado. Certamente, haverá mais energia após o carnaval, agora no entanto, a produção de “pérolas” somente como as do Enem, é mais seguro.
Eis, um festival.
Nada pessoal, é só a minha delicada audição, que se encolhe desesperada após ouvir uma leitura “adivinhada”… E o tempo não finda aquele parágrafo interminável e torturante de se ouvir.
Já no laboratório mais uma pérola contraída para o “anais” deste espaço, não, não há como descrevê-la fielmente, mas um andar desajeitado, cujo “boa noite pessoal” meio forçado, segue por uma solicitação de “divulgação”. .. Tem coisas que não se aprende na escola ou faculdade e antipatia é uma delas.
Então, no retorno depois dos quinze minutos de intervalo, após alguns lances de escada, a professora perdida pelo corredor é “conduzida” àquela sala branca, que agora tem seu número notado, 507, que agora apresenta respingos literais de cores pelos cantos, são só quatro alunos, um amarelo na primeira fila, outro vermelho do outro lado da sala, colado tem um verde, e ao fundo um vermelho meio sério, quase pendendo para o vinho.
Algumas frases soltas ao vento frio do ar condicionado, resultam em frágeis estímulos intelectuais, que sugerem as diferenças… e uma sensação boa de “ouvir”.
Como descongelar o corpo e sentir aos poucos o sangue correr nas veias.
A professora agora é gente, tem história e a cada degrau de sua escalada faz um filme da própria vida para os meros expectadores… Um de cada vez, e quando nos damos conta há mais cores na sala, e mais gente. E tudo foi percebido por meio da audição delicada, ora agredida, ora afagada.
Decidi que minha alma morta, precisa renascer de uma nova forma. Já que não pode ter um novo corpo.
Vou aproveitar as férias e ler vários livros, essa será minha meta...
Um livro por semana, talvez mais.
Assim poderei viver as vidas que não posso...
E dores, amores que não sejam os meus.
Porque dói demais.
"A vingança é um motivo poderoso", diz o anúncio da trilogia Millennium custa só R$ 87,20. Dá uma vontade de ler... "Os homens que não amavam as mulheres", "A menina que brincava com fogo" e "A rainha do castelo de ar". Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.
Então folheio mais umas páginas.
Na página número oito, tem "Da criação ao Roteiro Teoria e prática" R$63,99 - Das idéias iniciais até o roteiro final, esta edição atualizada traz textos teóricos e exercícios práticos voltados à televisão e ao cinema - texto bem escrito da sinopse, já me convenceu. Preciso!
Logo abaixo "A técnica fotográfica" R$87,99 ...
Mal me recuperei e em seguida, "Fotografia Digital - O Manual que Faltava" R$55,99, é realmente não tem cura.
As obras se repetem... até que "Homens, Dinheiro e Chocolate", Escute seu coração e corra atrás de seus sonhos, diz abaixo do livro para convencer mulheres como eu a consumi-lo, será a capa, será o chocolate? Ou não...
Ouvir o coração, correr atrás dos meus sonhos?
Vou ficar mais maluca ainda.
Por enquanto só dói.
Eis que "O pai dos burros" me chamou a atenção - Expressões como "a escola da vida", "abraçar uma causa" e "acreditar piamente" estão entre os mais de 2000 verbetes deste dicionário de clichês e frases feitas R$23,99. Hum, me lembrou alguém, devo colocar na lista para presentes. Tem gente que gosta de fazer sombra com o chapéu dos outros.
Páginas e mais páginas, contagem de moedas...
Até que "A arte de entrevistar bem" R$20,99, poderia ser livro de bolso.
Uma coluna inteira para consumir:
"70 Lições de Jornalismo" R$23,99;
"Amigos Ouvintes" R$22,99;
"Jornalismo Diário" R$39,99;
"Jornal Nacional: Modo de Fazer" R$28,99;
"A arte de escrever bem" R$21,99.
Mais páginas, mais...
Olha! "Desvendando o Twitter" R$31,99, um guia divertido é o que promete ensinar o que fazer para ser um twiteiro com destaque no microblog. Hunf!
Coluna de vampiros... Conheço alguns.
Lá vem os guias de viagens e autoajudas, até parece!
E repete, os mesmos livros nas páginas.
Tudo isso em www.livrariadafolha.com.br
Fiz um conto novo.
Que devo mostrar para alguém...
É bem provável que não publique aqui.
Tinha pensado o que iria dizer, treinado em frente ao espelho, ou não, mal pude encarar, mas não tem espaço, tempo ou privacidade…
Tenho algumas coisas em mente, que às vezes não saem do papel, fico meio frustrada e uma grande aura negra me envolve.
É assim que me sinto quanto aos trabalhos da faculdade ultimamente, até que me divirto. Mas, esse lance de tempo, acaba comigo. Não falo nem da pressão, nada vê. É não poder estar em vários lugares ao mesmo tempo que destrói as minhas idéias…
Comunicação
Fiquei quase dois dias completamente sem voz, o pior é que eu tinha tanto pra falar…
Mas, nunca dá, tem sempre @#$ no &$ que não sai do meu caminho.
Fiquei pensando… e se de repente eu ficasse muda pra sempre?
Muita gente iria gostar.
Trabalho
Hoje foi divertido, no sentido de deboche mesmo. Vi gente “madura” se comportar como adolescente, não chega a ser ridículo, é quase digno de pena, e uma esperança… Quem não sabe se comportar agora, quando envelhecer a coisa toda só piora.
Vi aspirantes a repórteres perderem alguns minutos por não conseguirem bolar um texto bacana para matérias de tv… isso explica muita coisa. Principalmente, lembrei de Noblat, que disse no congresso que os jornalistas nivelam pela mediocridade, pode crer!
Vi a blusa de zíper da repórter, que não conseguia esconder a barriga, que insistentemente ficava para fora das calças, nem o terninho apertado dava conta. Sério, se um dia eu ficar assim, e perder o senso do ridículo me avisem.
Mais um trabalho para o “supercinegrafista”, fechar na altura do peito, rsrsrs.
Como não podia ficar sem debochar, pedi socorro ao rapaz do lado, com quem nunca tinha conversado. Eu precisava dividir a observação, se não eu iria morreeeeeeeeeer. Dei graças que ele entendeu, demos boas risadas juntos. Talvez ele tenha rido da minha futilidade, mas não faz mal.
Estava muito ridícula. Coitada! (Jornalista formada e atua na área algum tempo);
Planos
Tô com umas idéias meio tortas, que talvez melhore meu astral, se ficar bom eu divido com você…
Alguns erros, gafes não faltaram. Mas quem quer ver a perfeição? Talvez depois da morte.
Então, perguntas pouco inteligentes, outras muito estúpidas. O que seria de mim, se não as tivesse presenciado? Apreciei sem moderação, num humor compulsivamente ácido. Foi ótimo.
Só foi possível testemunhar porque estava lá. É bem verdade que me perdi entre um comentário e outro, pior ainda, porque assimilo as coisas devagar.
Cada um no seu ritmo, eis uma lei.
E segue o baile…
Primeira noite
Um espaço que poderia ter sido preenchido por outras coisas interessantes, sem desmerecer o talento do “artista”, mas nem sempre o improviso pega bem. Uma falha grande na abertura do II Congresso de Comunicação. A mesa estava posta, pronta, declaradas abertas as horas de divisão.
Dividir e absorver o que outras experiências podem provocar em alunos que não sabem bem para onde ir. Que não querem ir para lugar nenhum, num pensamento do tipo: “deixe a vida me levar”... Entretanto, abertura feita, e uma espera interminável pela estrela da noite, Ricardo Noblat, jornalista, escritor, blogueiro e alguém que já experimentou situações diversas e viveu para contá-las.
Pontualidade britânica, então uma hora e meia disponível para o “Ceará”, personagem criado por um aluno tímido de um semestre pouco divulgado (talvez seja o 4º, não sei), ele rouba a cena. Mas, observe com cuidado, ele não se desfaz do personagem. Não tira a máscara para que lhe encare nos olhos. E tudo que é demais cansa... A intenção é válida... Releve, de leve.
Segunda noite
Paixões, discursos inflamados e mais paixões, assessores de comunicação (jovem) Aleco Mendes, diretores de marketing Jorge Avancini, paixão pelo que fazem (Sport Club Internacional).
Contagia, mas não vende... Talvez seja meu sangue azul que não permite que eu compre (gremista até a última gota, rsrsrs). Admiráveis, de longe...
Ronedo de Sá, queria colo desde o início da palestra, mas foi esforçado...
Não tinha público, juro que contei. Vinte e duas cadeiras preenchidas à esquerda, trinta e duas à direita, por sorte, ninguém dormiu... Não foi a pior.
Uma emoção que alcança os ossos, se é que é possível osso sentir arrepio. Ele conta histórias e todos ouvem... Francisco Ornelas.
Então, sonhamos todos e, o mundo era de foca.
Terceira noite
(Tive que trabalhar, então só fui a noite, não assisti a palestra do jornalista e apresentador Gilvan Barbosa da Record de Macapá).
Na palestra do Diretor de Planejamento da Agência Dm9ddb, Philippe Bertrand, o público recebeu no lugar de uma palestra um show de injeção de ânimo, todos foram agraciados com o vídeo desobvialize da campanha da Brastemp... Entre outras coisas, é claro. Só que o lance foi tão bacana, que não é possível que ninguém tenha saído naquela noite, sem pensar no que poderia deixar de ser ou fazer o óbvio e inovar, revi o vídeo seis vezes hoje...
Mais tarde, percebi que conheço pessoas “desobvializadas”, uma que vai trocar de nome na segunda-feira, outra que vai começar um regime na terça, um cara que anda de madrugada sozinho na rua... Os que gostam de loucos, os loucos que gostam de alguém. Foi como respirar um novo ar.
Inspira, você também!
(Não fiquei para a palestra do Roberto Toledo, assessor de imprensa da Confederação Brasileira de Futsal).
Bruno Paes Manso, jornalista investigativo do Estadão. Enquanto contava suas histórias, enquanto se apossava de outras para nos contar, eu o via subindo o morro do Alemão, conversando com “chacineiros” num dilema ético, cheio de histórias interessantes para contextualizar. Numa dicotomia quase doente, febril, daquelas submersas no comportamento humano.
Tanto para aprender, quanto para querer ser… Façam fotos... Retornemos aos tempos em que acreditava-se que as câmeras fotográficas eram capazes de apreender as almas das pessoas. Ainda é magia. Só os bruxos mudaram de nome, méritos que antes poderiam ser de Merlin e Morgana, agora são Sony, Panasonic entre outras.
Apreender por osmose, vale?
E se me perguntassem como foi? Eu responderia que foi único, como cada segundo sempre é. Talvez o segundo seja melhor que o primeiro.
Tem que ser assim, sempre.
Aos colegas atrasadinhos devo informá-los que o G2 já começou. E, de volta então os downloads dos conteúdos dados pelos professores.
A aula de sexta-feira dia 16, de Fotojornalismo já tem link para download, é só observar o “G2” e baixar a aula dada.
Quanto ao Jornalismo Ambiental, vai demorar um pouco, o texto entregue pelo professor tem umas 12 páginas, e não sei se digito tudo ou digitalizo, é bem provável que eu opte pela segunda forma, mas ainda assim requer tempo (e lembrança de minha parte), prometo, contudo, dedicar-me para facilitar a vida de vocês.
“Aproveitem esses meus lapsos altruístas que não é sempre que me ocorrem”.
A aula de Telejornalismo, também está disponível, atente para os trabalhos que são feitos em sala de aula, pesam muito na pontuação. Agora para o G2, já tem trabalho em grupo (seis componentes) e requer assiduidade. Organizem seus grupos e mãos à obra, o desafio e montar um telejornal, com direito a nome e tudo. O download, também tá na mão, ok?
Falta pouco gente, então vale o esforço.
A aula de terça-feira de radiojornalismo tiveram dois exercícios, um boletim e um conto infantil, tudo editado no Vegas… Ah! Não sabe como editar, tem o download da introdução do programa Vegas, tudo aqui no blog. É só deixar de preguiça.
Fico devendo só o lance de Jornalismo Ambiental, como já foi dito. Beijos e até.
Podem pegar o que quiser do blog, só não esqueçam de:
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Não dói! E me ajuda a avaliar se o que escrevo estivá ruim. E onde preciso melhorar.
Ufa! Por hoje é só.