"O texto simplifica meu eu complexo, ora é aliado, ora me faz refém".- Hellen Cortezolli
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domingo, abril 3

As flores do mal

Legião Urbana

Composição : Renato Russo

Eu quis você
E me perdi
Você não viu
E eu não senti
Não acredito nem vou julgar
Você sorriu, ficou e quis me provocar
Quis dar uma volta em todo o mundo
Mas não é bem assim que as coisas são
Seu interesse é só traição

E mentir é fácil demais
Mentir é fácil demais
Mentir é fácil demais
Mentir é fácil demais

Tua indecência não serve mais
Tão decadente e tanto faz
Quais são as regras? O que ficou?
O seu cinismo essa sedução
Volta pro esgoto baby
Vê se alguém lhe quer
O que ficou é esse modelito da estação passada
Extorsão e drogas demais
Todos já sabem o que você faz
Teu perfume barato, teus truques banais
Você acabou ficando pra trás

Porque mentir é fácil demais
Mentir é fácil demais
Mentir é fácil demais
Mentir é fácil demais
Volta pro esgoto baby
e vê se alguém lhe quer

domingo, fevereiro 20

A vida como ela é…

  “Muita gente aparenta ser uma pessoa de escrúpulos, mas na verdade, são apenas grandes mestres da dissimulação, usando o tempo todo da sedução, do encanto, do engano para sutilmente passar a perna em quem tiver na sua frente.” Sílvio Carneiro Neto

P1030035 * Hoje é domingo, use esse tempo para refletir quem você foi nos últimos dias. Se desfaça de algumas de suas máscaras, se encare no espelho e veja se consegue convencer alguém com suas mentiras, mesmo que este alguém seja você mesmo.

quarta-feira, novembro 25

Melhor… Obrigada!

A água não morre, seca, se esvai... Foge entre os dedos, como os desejos...

Abri meus olhos e sorri para mim...

Tive um sonho bom, como há tempos não tinha.

Pela manhã um bom banho, iogurte, conversas no café da manhã, nebulização a cada 3 horas para respirar melhor, o último capítulo do seriado preferido no computador, agora acabou. Alguns apagões (efeito da medicação) e trabalho à tarde.

Entrevistas... Diversão.

Prova, outra aflição.

Que venham todas, acho que fico mais aflita com os trabalhos.

Aff! Esqueci de um, minha culpa, que droga, esqueci, não era pra hoje, não era pra mim...

Textos, tanto pra expressar pouco para dizer.

Contenha-se!

Chorar ou não? Lave a alma, velha, nova, sua ou minha.Agora não adianta não chorar ou chorar.

Tenho que correr atrás do tempo, lá vai ele de costas para mim outra vez, será que um dia nos veremos frente a frente?

Desejo tocá-lo. Será que ele sabe?

Exposição... Use filtro solar.

Proteja-se!

Cubra-se, não revele tudo.

Revelação...

Minha mãe diz que tenho que aprender a mentir, controverso isso, ela me ensinou anteriormente que era feio fazer isso... “Você precisa aprender a ser falsa às vezes!” Disse alto e em bom tom. “É verdadeira demais, transparente demais”... “Tenha segredos”!

Eu tenho alguns, poucos, que escondo até de mim. Se não... não é segredo.

Acho que ela tem razão mas, porque algo em mim diz que não?

Repete que é tarde.

Não tem mais jeito.

Fotos... Quais serão?

Relação difícil essa... Tão impossível quanto as outras.

Mas a noite vem, e o tempo agora dorme, quais serão os sonhos, o que pensar agora?

Quero um jasmim.

quinta-feira, novembro 19

Ameaças ensaiadas

Quando alguém afirmar que “o cravo é que sai ferido”, acredite, isso não é uma observação, é uma ameaça.
xxx
Mais tarde quando alguém for dormir, é bom que se lembre que “preto não é cor, mas ausência de luz”, e que se você não tem o hábito de pedir nada emprestado, quando o fizer, nunca vai conseguir… Então é melhor que não peça nunca.
  xxx
Depender de outras pessoas é como usar força demais para abrir a tampa de uma garrafa de refrigerante … e toda essa filosofia barata é para dizer que:
ODIEI MEU MALDITO DIA, DESDE A HORA QUE ACORDEI.
Mas tudo vai ficar bem, enquanto houver rosas brancas, tinja-as da cor que quiser. E quando encontrar uma rosa azul então seus sonhos irão se realizar.
Se você acredita nisso…
Procure um psiquiatra urgente. Não existe poesia, só gente escrota.

terça-feira, novembro 17

Veneno em doses homeopáticas

Fazer um resumo de tudo que acontece numa segunda-feira é quase que uma terapia de choque.
Leva-se pouco tempo, para recordar os fatores que são infinitamente mais agressivos ao âmago de um ser humano, que relativamente não evolui.
Quem disse que o tempo não pára?
Questões que se proliferam na mente de alguém como eu, que não se resume, nem se rotula, forçam a um mergulho quase suicida nas próprias convicções.
Raiva, paixão, ódio, desejo, sentimentos que movem o mundo e ao mesmo tempo o mantém inerte, quase incontroláveis e onde fica a razão nisso tudo?
Sei lá, deixe na sala de estar!
Falsos julgamentos e prismas tendenciosos essa foi a segunda-feira.
Então, feche a porta, apague todas as luzes, que a escuridão seja a única a me fazer companhia e que meus pensamentos não gritem enquanto durmo.
Faço minhas as palavras da “Luxúria”, “…esse meu ódio é o veneno que eu tomo, querendo que o outro morra”!
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sábado, novembro 7

O que se vê nos bastidores...

Nunca me vi trabalhando em Assessoria de Imprensa, nas aulas na faculdade sempre tive certa antipatia pela área, no fim os dois estágios que surgiram para mim tiveram a ver justamente com essa vertente do jornalismo.
Meu pai costuma dizer: Nunca diga nunca! E isso é sempre motivo para discutirmos.
Mas, a verdade é que me apaixonei pelo jornalismo, não por isso que chamam de jornalismo no Amapá.
Tudo muito acomodado, cheio de bajulação e fofoca. Sem mencionar os ataques contínuos de estrelismo dos profissionais da área, pelo menos com os quais tive contato até hoje, um dia qualquer de novembro, desde editores, repórteres, cinegrafistas, fotógrafos, e aspirantes a tudo isso.
Há também os estagiários, e disso entendo muito bem. Divido as salas de aula com gente de todo o tipo, não me considero uma “persona non grata”, seria valorizar demais a discordância. No entanto, é possível identificar filhos da pauta, puxa sacos, fracassados totais, gente brilhante, mas que se submete a cada coisa... Ah, não interessa se fazem isso porque tem bocas para alimentar, se não tinham condições para que tiveram filhos, nunca ouviram falar em camisinha?
Para uma análise mais fria, trata-se de “profissionais”, sobretudo frustrados, nesse contexto classifico os com idade de 18 a 35 anos. Numa carência mórbida e necessidade de auto-afirmação incomum. Porque não dizer patética?
Principalmente os que trabalham com TV, é incrível o quanto eles acreditam ser “estrelas da TV” de fato.
Sabe aquilo que supostamente deveria ser apreendido na faculdade, que afirma que o jornalista tem que se preparar para o entrevistado, saber o básico para questionar? Esquece! Não se aplica no exercício da função, não aqui.
Aquela história de que eles saem com a pauta dos estúdios de TV... Mentira, mal sabem sobre o que se trata, e tem ainda a cara de pau de perguntar para os estagiários (me incluo) o que devem perguntar para os entrevistados.
(Diferente da minha colega também estagiária, não sou conhecida como delicada, sou educada sim, mas como costumo justificar minhas atitudes aos meus pais:
Só uso o que aprendi em casa com quem julgo ser merecedor!). Daí já da para tirar uma idéia.
Como da última vez... Respondi que não iria ensinar ninguém a trabalhar, minha bolsa estágio não inclui aulas gratuitas para marmanjos.
Aprendi muito no meu estágio anterior. E, vale ressaltar que não era a primeira vez que trabalhava, já tenho algumas assinaturas na minha carteira de trabalho, e por conseqüência já acumulei algum conhecimento.
No entanto, sempre fui vista como alguém que não pode pensar, rsrsrs, isso é muito engraçado, porque eu penso! E muito. O pior é que eu falo o que penso, daí os enormes sustos, caras e bocas e gente desocupada que adora um tititi. Mas, isso já são outros quinhentos. O que quero realmente registrar é o quão patético são esses profissionais “estrelas”, que acreditam ser extremamente profissionais.
Veja abaixo um modelo de release que se fosse possível eu enviaria para a imprensa amapaense, e divirta-se:
A instituição tal... convida a imprensa para uma coletiva que será realizada no dia... e tratará dos assunto... blá, blá,blá.
Convite by Cortezolli de mau humor.
E aí, gostou, identificou-se, será que alguém que você conhece é assim, morto de fome e incompetente e arrota o que não tem, nem consome?
Aposto que você conhece alguém assim. Bom, isso foi só uma brincadeira, jamais mandaria um email tão sincero, mas dá vontade né?
Bom, mais especificamente a minha revolta foi porque uma jornalista dessas estrelinhas chegou mais que atrasada em um evento cujo convite foi publicado num jornal impresso local... Acho que os “profissionais do jornalismo” não o leram, contudo ela chegou muito atrasada e queria que o entrevistado que já tem uma certa idade, subisse lances de escadas que até gente nova quase morre para subir, simplesmente porque ela queria imagens dele no local de difícil acesso, mas porque ela é da emissora tal. E ainda perguntou: Ele não caminha?
Mas, não fique triste, o autor da clássica pergunta:
“O que eu pergunto para ele?” É homem de outra emissora tal e coisa. Ah, ambos não se suportam e ficaram de biquinho quando se encontraram nos corredores. Se alguém souber uma outra palavra para a situação que não seja patética, por favor enriqueça meu vocabulário. Afinal, sou estagiária e não penso.

sábado, outubro 31

Véspera do dia 31 de outubro

Sem ordem cronológica. Por que obedecer as regras?
Que venham as lembranças confusas. Vou lembrar mais dos sorrisos, pode ser?
A causa da antecipação da esbórnia foi a penumbra, que ainda pelos corredores iluminados com luzes amarelas de emergência, poderia gerar cenas de um filme de terror clichê. Pena não ter dado certo.
Ok, rumo “àquele bate canal de sexta-feira”. Quanto mais gente melhor, ou não...
Éramos cinco, seis, sete, ok dez. Depois mais. Três mesas unidas e um monte de bobagens sobre elas. Borbulhavam frases de efeitos:
  • Acaba o assunto que a conversa chegou! (Naiane Feitoza)
Nesse caso a conversa deu tanto trabalho, que todos queriam levá-la embora.
  • Sinceridade não é um dom, mas uma doença, assim como a falsidade. (Regi Cavaleiro)
Essa, confesso que não entendi dentro do contexto... Mas tudo vai ficar bem.
Tinha um lance de vacinação, mas não lembro direito...
E todos filosofavam aqui e ali. Um sentimento meio de vontade de chorar, a outra metade era de ver até onde iria parar... Legal para quem não sente isso nunca, né?
Rolou até compaixão. Em outras situações provavelmente não haveria mobilização. De nenhum gênero. Deixe estar.
Dane-se! Cada um colhe o que planta...e blá, blá, blá.
“É difícil avaliar circunstâncias desconhecidas quando não experimentadas, às vezes com um propósito puramente científico”.
Com o comportamento é assim. Como perceber sem sentir, analisar friamente sem vivenciar?
De longe parece tudo muito babaca, e olha que essa palavra latejou na minha cabeça, por horas...
Mais de perto absorve-se a essência.
O lance do álcool é mais complexo. O tímido se solta, os pensamentos ganham vida própria e andam sozinhos, o contido perde o limite da língua. E esta por sua vez não pára mais... Apimentada gera conflito consigo mesma, não quer se limitar em permanecer na boca. Viva a mexicana!
Os olhos já sem foco miram para todos os lados.
De todas as cores, uma é predominante... O vermelho.
Lanternas para os afogados e à deriva. Salve todos!
Risos sem graça, conversas dúbias. Filosofia de tão barata, fica mais onerosa quanto mais avançam as badaladas... Porque palavras se perdem ao vento, mas as provocações são permanentes. As cicatrizes fazem parte das experiências, sinal de que algo foi vivido, e essa é a parte boa.
Naquela mesa, ontem, teve de tudo, de jóias à bijuterias sem valor, nem brilho, mas que fizeram um volume enorme. E o que seriam das diferenças se não fosse a comparação? Viva o anti-modelo.
Na volta para casa, caminhos estranhos, blackout!
Ufa! Estamos seguros.
Dependendo da trilha poderia ter sido o início do dia das bruxas, ou será noite? Maldita hora que esqueci minha vassoura.

terça-feira, outubro 20

Engole inteira

Quando acordei...

Foi como um soco no estômago... No meio da madrugada, acordar com um peso na consciência... Afinal, não tinha cumprido parte da minha rotina, que talvez já faça mais parte de mim, que um beijo de boa noite...

Cheguei em casa depois de um dia mais ou menos, uma noite nada mal, mas sem histórias bacanas para contar.

Cobranças, puxões de orelha, um sentimento de “ridícula” no ar! Não deveria ter ido lá, tem algo que me incomoda, não sei decifrar... Não importa.

Dormi no sofá, em meio aos afagos da mamãe, conversas sobre o filme de ação que papai assistia na TV, novidades da noite, depois do jantar.

Assim, meio acomodada, adormeci.

Acordei na hora do intervalo, corri para minha cama... Só me joguei, desmaiei, não sei o porquê do cansaço, um corpo pesado e, que cai...Despertei quase às três e meia, como se uma voz me chamasse, e dissesse “Você não publicou nada”... Que cobrança mais descabida, e há essa hora!

Os cliques de sempre... Nenhuma novidade. Que saco!

Tento me lembrar se alguma coisa valeu a pena, e recordo da minha voz estridente, não queria lembrar... Tá tudo estranho.

Lembrei de pelo menos duas pessoas reclamarem que não conseguiram publicar seus comentários aqui. Fiquei de cara, eu queria tanto.

Têm outras que dizem que lêem. Pô! Bacana. Mas, não comentam, dane-se.

E quem tá a fim não consegue. Não quis dizer a elas para ter paciência, também não tenho. Não gosto de esperar.

 

“Detesto perguntas no ar, aquelas sem respostas, que não foram respondidas só para sacanear. As que não dependem de mim, as que me obrigam a pensar. Malditos filósofos filhos da $*#@, não vivo sem eles”.

 

E quando pisco novamente já são quatro da manhã... Me engole às vezes esse tempo que não pára. Podia ao menos mastigar?!

“Doce vida amarga, cuja acidez dos desencantos me fez dependente.”

quarta-feira, outubro 14

Dia de pontos finais

Hoje foi um dia de pontos finais.
Nos trabalhos inacabados, nas frases cheias de reticências.
A partir de hoje, não mais.
Na noite que parecia interminável, houve todo o tipo de despedida. Com direito a olhares cabisbaixos de quem pretende recomeçar de algum outro lugar, de sorrisos entre os dentes para esconder o que realmente sente, e a dor que insiste em incomodar. E, outros que não irão olhar para trás. Mesmo que se diga que nunca, é tempo demais.
Hoje foi mais um dia em que senti o tempo passando, em seu gerúndio mais absoluto, o vi passando, muito a minha frente, não posso mais alcançá-lo, de costas agora é apelido, não me deixou nem suas pegadas para que eu pudesse segui-lo, mesmo que a longa distância.
Porém, tive um momento pela manhã, depois da diversão, de vários "corta", "façamos outra vez", "ainda não está bom", "só mais um exercício" (lab de TV, paciência imensurável de um CAVALEIRO, é Cavaleiro mesmo).
Fui acompanhada de um amigo de "Plástico" rumo ao museu. Já havia estado em outros, em outros Estados, mas nesse ao invés do cheiro de morte, vívido nas armas do arsenal guardado como relíquia de um passado glorioso;
Senti cheiro de "ar". Havia sim, vida no museu.
Pude respirar!
A noite tudo nos conformes, mais surpresas, mais pessoas com pontos finais. Recomeços, ou por refazer a própria história.
Sem lamentos, sem glórias.
Só pontos finais em histórias inacabadas, ou que nem tiveram um início, sem suplício.
Só pontos finais.
Sem autores anônimos, sem vestígios de dor. Apenas e tão somente, pontos finais.
E na mensagem do dia algo como:
Viver amanhã é muito tarde. Viva hoje. (Um recado para quem acredita que tudo sempre ficará onde está). Ledo engano!
Oportunidades passam, momentos inesquecíveis, tem esse nome só para quem consegue enxergá-los como únicos, não haverá outras chances iguais. É bem verdade que poderão ser melhores ou piores, nunca iguais.

quinta-feira, outubro 8

Abra com cuidado

Durante a aula do profº Alexandre Brito para esclarecer possíveis dúvidas que possam ter perturbado as mentes dos futuros jornalistas da turma 6JRN, foi feita uma análise na imagem de uma tirinha utilizada na prova, que serviria como base para explicar a manipulação da imagem no jornalismo. Prova esta aplicada no dia 1º de outubro...

Blá, blá, blá... de todos os quatro cantos da sala pequena, onde cabem pouco mais de vinte alunos. Dado momento da explanação do professor, foi citado os métodos da conquista quase arcaicos, para a era tecnológica corrente, porém, não menos charmosos. Afinal, não são todos que usufruem da mesma, trata-se do envio de cartas, com fotografias dos lugares onde o futuro pretendente habita, ou se encontra, enfim...

E, davam-se mais ou menos assim, depois de escritas, aliás, cuidadosamente escritas, pois, tudo que continham deveriam agradar quem supostamente iria recebê-la. Valia de tudo, inclusive gotículas do perfume, que por ventura, borrariam aquelas mal traçadas linhas, feitas com caneta bic...Dobradura particular, cada um com seu método. Era só esperar para que suspiros e crises de apaixonite aguda pudessem ser constatadas...

Saudosista e cética posso afirmar que hoje não rola mais isso. Agora fala-se tudo por MSN, mensagens de texto no celular, com linguagem abreviada e tudo mais... Um diálogo monossilábico já é suficiente. Demasiadamente abreviada.

É possível falar com várias ao mesmo tempo, desde que seja hábil no abrir e fechar janelas, senão: Ops, já era... Lá se vai a linha de raciocínio. Quais eram mesmo as mentiras que eu iria contar? (Rsrs).

Viva a tecnologia, internet, MSN, quadri BAND,sms...

Conclui-se com essa viagem remota, que amores, desamores ou paixões fortuitas eram mais facilmente arrancados por cartas bem escritas, cuja única responsável era a imagem construída unilateralmente, a partir das informações que ora fizeram parte daquela conjectura, previamente construída. Logo o objetivo proposto era atingido, quase que instantaneamente. O personagem pertencia ao autor, ou unicamente ao leitor com criatividade para imaginar... e tomar àquilo como verdade.

Verdades, falácias, o que seriam de nós se não fosse a ambigüidade das possibilidades?