"O texto simplifica meu eu complexo, ora é aliado, ora me faz refém".- Hellen Cortezolli

segunda-feira, dezembro 7

Na banca

  Iniciou hoje o período de defesas dos Trabalhos de Conclusão do Curso de jornalismo. Teve muita gente suando frio do lado de fora das salas reservadas especialmente para “a hora da verdade”.

  “É hoje o dia da liberdade “, palavras do Alieneu. Fui a faculdade só para assistir a defesa dele…

Confesso… Deixa pra lá, não confesso nada, o importante é que ele passou e com uma nota bem bacana.

  Tava marcado para às 19h, mas não sei por que cargas d’água atrasou o primeiro e teve um efeito dominó daqueles… Vou manter a minha língua felina guardada, não irei falar sobre o problema que têm os relógios amapaenses. Deve ser a latitude e longitude zero. Só pode (¬¬ você achou mesmo que eu não iria falar mal, é?)

  O TCC do Alieneu Pinheiro, foi defendido na Sala 307, sua monografia intitulada “O Fotojornalismo na capa do Jornal Diário do Amapá: Uma análise comparativa com as fotos publicadas nas capas do jornal Folha de São Paulo, foi julgada pela banca composta pelo professor da UNIFAP José de Vasconcelos (o cara manda bem para caramba, já tive o prazer de assistir uma palestra dele e, tem um sotaque gostoso de escutar), e pela professora Jacinta Carvalho, o orientador (ou não ) foi o professor Alexandre Brito.

E essa foto foi antes da defesa, o Alieneu estava muito nervoso e emocionado… Valeu, né?

Alieneu Pinheiro, foi o primeiro a afirmar que eu podia ir para tv (mesmo que essa não seja minha vontade), fizemos um trabalho bem divertido juntos sobre o Seama Juris, não deu em nada mas fez os laços de amizade se ajustarem. Taí a foto. Parabéns amigo!

Vampirizando

vampTô sem motivação para escrever, meio triste, minhas histórias sem finais felizes, muito baseadas em fatos reais. Cheios de fantasias e frustrações.

 Desculpe não atualizar mais, tanto quanto antes. Estou lendo livros, quero lê-los aos montes…

Fiz novos amigos, para absorver novas energias. Minhas fontes inexoráveis já se esgotaram… Não rendem mais.

Anteontem pensei na chuva sim… Adormeci com o notebook no colo. Acho que morri ou me mataram. Secaram minhas poesias também. Já não têm rima, perderam a alma.

 

  Lamento!

 

Fui salva por conversas proveitosas, que não tinha a muito tempo, põe tempo nisso…

 Já arrumei o problema com a publicação dos comentários, peço desculpas, agora não será preciso pôr as letrinhas de confirmação. Por favor comentem, minha alma nova está sedenta de sangue novo, do velho também serve, desde que esteja quente.

 

P1050988   Beijo. 

Ninguém sabia



(Conto...por H. Cortezolli)

Tinha cabelo desgrenhado, com um franjão que cobria os olhos, comia sucrilhos no café.
Usava uns tênis all star surrado, que ficava jogado pelo quarto junto com as pilhas de roupas sujas, revistas de mulher pelada... Tinha uma parede pichada, de lembranças dos amigos mortos...
Não usava celular, pra não ser encontrado, tinha um ateliê na rua principal, na casa velha que era de seu avô.
Chamava o pai de senhor e a mãe de vizinha... Seu irmão gêmeo morreu atropelado. Nunca mais andou de bicicleta.
Só tinha olhos para menina mais feia da escola.
Ela usava óculos, uma trança até a bunda, não falava com ninguém. Ele sonhava com ela todas as noites, pensando em tirar os óculos e aquelas roupas sem graça e descobrir uma mulher linda. Com pele suave e perfume de rosas. Acordava com a cama molhada.
Ele a ignorava, fingia que ignorava durante o dia, porque ela não o via mesmo.
A seguia todos os dias depois da aula, já sabia onde morava.  Sentava na esquina e esperava ela entrar no prédio. Do outro lado da rua ele via as luzes do apartamento ser ligadas, ela abria as cortinas e sumia.
Todos os dias, durante três anos. Era essa a rotina de Felipe.
Era o momento mais sagrado.
Giovana era o nome dela. Ele sabia desde o segundo dia que a viu. Invadiu a sala dos professores, fez uma cópia da chamada, conferiu os lugares marcados, entrou na sala errada; De propósito, tudo para vê-la de novo e lá estava ela. Sentada na última cadeira perto da janela.
Tudo nela era estranho, tinha uma aura negra. Não deixava ninguém se aproximar, lia todos os livros que encontrava, escrevia o tempo todo, num caderninho que parecia um diário, mas tinha uma capa preta de couro.
Esse mistério em volta dela, que fez ele se apaixonar.
Seus poucos amigos não sabiam.
Ele pintava camisetas, com desenhos abstratos. Ganhava uma grana boa, desde os 14 anos.
Chegou a época do quartel, ele disse que iria para faculdade, foi liberado. Não serviu!
Saiu da cidade para fazer artes plásticas. Ficou obcecado pela menina estranha... Foram mais cinco anos.
Na faculdade comeu um monte de vadias, das mais corpulentas às de corpo de tábua. Nunca tirou a garota estranha da cabeça... Nunca se envolveu de verdade. Pensava nela enquanto possuía as outras.
Voltou para cidade não tão granado, mas dava pra ter o básico, um canto para dormir sossegado, um carro para fugir da chuva, todo peliculado. E parou bem em frente ao prédio, aquele onde ela morava. Pensou:
Será que ainda mora ali?
Desceu do carro, foi até a farmácia em frente, cantou a balconista. Ajeitou o cabelo, a camisa azul e o jeans surrado, continuava com os all star velho, para dar sorte.
Pelo espelho da farmácia viu uma mulher incrivelmente linda. Num vestido que arrastava no chão, carregando uma caixa de papelão, parecia pesado...
Se despediu apressado da bobinha da farmácia, e atravessou a rua, enquanto ela ainda está lá, tentando entrar.
Se ofereceu para ajudar e quando ela o encarou...
(É ela!).
Ficou sem voz, não conseguiu pensar no que dizer. Não disse mais nada.
Ela olhou por alguns segundos e entregou a caixa a ele, se virou e abriu o portão do prédio. Fez sinal de leve com a cabeça para ele entrar. Caminharam até o elevador, apertou o botão do quinto andar. Eles entram, e aquele silêncio interminável... Capaz de fazê-lo ouvir as batidas do próprio coração, acelerado...
Entraram no apartamento 503.
Com uma sala ampla, cortinas brancas de renda, na janela, como as que ele a via abrir antes de sumir pela casa...
Ela entrou foi até o outro cômodo, ele sentou no sofá e deixou a caixa do lado.
Deu uma boa olhada em volta.
Sofá cor de vinho. Tapete alto bege, pelos cantos estátuas de gesso, na parede um quadro enorme dela.    Com um vestido esvoaçante branco, quase transparente, cabelos soltos que cobriam seu corpo, os manteve compridos.
Afinal se passaram 5 anos, podia tê-los cortado, ainda bem que ficaram assim...
Ela volta e trás um copo d’água numa bandeja de prata. Ele aceita, bebe olhando para ela. Ela também não desvia o olhar...
Ele não sabe o que fazer, não lembrava mais como havia chegado até ali, não disseram nada. Só se olharam... Muito.
Ele se levanta e faz menção de ir embora e ela segura sua mão, leva até aquele rosto pálido e finalmente diz alguma coisa:
- Por que demorou tanto?
- Eu estava por aí.
- Vai ficar?
- Não sei dizer.
- Fica.
Naquela noite fizeram amor.
Depois de tantas mulheres que ele havia tido, aventuras e sacanagens. Era a primeira vez que ele fazia amor e sentia tanto prazer que parecia doer.
Era amor de moleque, sonhava com ela, a feia, esquisita, que lhe fazia companhia nos sonhos mais íntimos...
Estavam ali entregues, nos lençóis de cetim brancos, da cama dela. Naquele apartamento enorme, só os dois.
E não sabia quase nada, o que havia feito esses anos todos. Foi então que abraçados depois do auge... Ela disse:
- Quis morrer muitas vezes, hoje seria a última tentativa. E rezei para que o homem da minha vida batesse na minha porta hoje. No fundo eu sabia que seria impossível, mas tinha esperança. Então você voltou. Não tive dúvidas. Não posso deixá-lo partir nunca mais.
Ele olha pra ela e pergunta, e meio confuso, com medo da resposta, mas precisa saber:
- Você sabe quem eu sou?
- O único que me amou desde o colégio, que me seguia.
- Você sabia?
- Sempre soube, eu o sentia a cada esquina. Via seu reflexo nas vitrines das lojas. No início sentia medo.   Mas, quando você saiu da cidade, eu me perdi. Os livros não me faziam mais companhia e perdi minha motivação para escrever.
Ficaram juntos por cinco meses. Os mais felizes de sua vida. Ele ainda pintava, ganhou mais dinheiro naquele período do que nos anos que esteve fora. Ela voltou a escrever. A casa tinha cheiro de jasmim.
Foi um sonho. Até o outono... Giovana saiu de carro e sofreu um acidente. Felipe ficou sabendo enquanto fazia compras no supermercado. Saiu desconsolado sem saber o que fazer, correu para o hospital. Chegou lá, viu Giovana na cama, ela estava viva, inteira.
Sentiu um alívio e correu para os braços dela. Giovana quando o viu, não disse nada, olhou para o médico e perguntou com a voz embargada, querendo chorar:
- Quem é esse homem e porque está me abraçando?
Felipe aterrorizado percebeu que a mulher que tantos anos mantivera em sua mente não o reconhecia.
Foi o acidente doutor?
- Não, você não sabia, efeito colateral da medicação...
Giovana sofre de esquizofrenia.

domingo, dezembro 6

Sexta insana

Acordei cedo, cheia de preguiça, (discuti com meu pai antes de dormi...Isso sempre me rende um sono pesado e lá pelas quatro da manhã, insônia, seja a discussão com quem for. Sabia que minha cara não estaria boa...)
Levantei, fui comprar shampoo, de volta em casa, fui direto para o banho, lavei os cabelos e calculei milimetricamente meu tempo para que nada desse errado. Dei alguns descontos para os possíveis contratempos...
O telefone toca e meu namorado não pode me levar, tenho compromisso às dez, vou me atrasar, (detesto chegar atrasada). Não vou pedir ao meu pai que me leve, estamos de mal...
Desisto, não vou mais. Não farei falta mesmo.Minha mãe o chama, ele se prontifica a me levar.
Cheguei por volta das dez e meia no “destino”, não tinha ninguém além de uma colega. Não me estressei, nem um pouco. Até me estranharam, mas era de manhã e eu já havia desistido de algumas coisas, eu nunca desisto, o que poderia dar errado?
Fui para o trabalho, contei as horas como sempre, contratempos, mais e mais...
Hora de sair, graças a Deus!
Corro até o carro, lá está ele e está sorrindo, passou na defesa do TCC. Que bom!
Corro para faculdade, já passa das seis da tarde, muito tarde.
Procuro a professora para entregar o trabalho, não a encontro. Disseram que foi lanchar...
Encontro meu amigo cavaleiro, falo do beijo que lhe mandaram. Ele mostra a bochecha para que eu mesma lhe dê o beijo e respondo:
- O beijo que te mandaram não posso te dar!
Ele sorri e confirma a presença no evento.
Em casa outra vez, vestido pronto, corro para o banho, saio... Vestida, calçada. Rímel nos cílios. Pronta e atrasada, outra vez.
Evento, e vento...
Quase ninguém e o ainda correria por lá para aprontar tudo.
Ok. Gente e mais gente, imprensa, entrevistas, convites e qual é a boa?
Festinha legal.
O ideal é que fosse uma comemoração de cada vez, mas tudo bem.
Qual o destino?
Primeira parada pizzaria. Na mesa três casais, os homens de “sistema” todos após tcc defendidos e aprovados. Mulheres, ainda estudantes: Arquiteta, jornalista e nutricionista.
O que resultaria dessa mistura:
“Um prédio bem desenhado, com funcionários com dieta balanceada e comunicação latente. E o sistema operacional modelo.” afirma a mais otimista. 
“- O quê? Se juntar nós três sai um joguinho muito parecido com pacman”, rebate o realista.
Recordações da hora do desespero, o Francês (dupla nacionalidade), na hora do nervosismo, voltou a língua mãe. E a banca só se olhava. Rsrsrs. Até ele retomar o controle e repetir tudo em português.
Próxima parada: Bar (Norte das Águas) e depois de muita demora...
Três garrafas de absinto na mesa, taças, açúcar o ritual completo. Abram espaço, todos acomodados.
Eis que brotam as pérolas:
Enquanto fotos são executadas...
A noiva diz: - No nosso casamento vai ser duas dúzias de absinto! Todo mundo vai ficar de porre!
São quatro casais à mesa e quatro avulsos (todos homens).
-Um deles já perdeu contato com a torre!
Ela continua:
A menos que alguém aqui vá casar antes da gente?!
O olhar percorre por toda volta da mesa, um silêncio, até que:
- Casamento? Isso faz até mal para saúde! Diz o mais empolgado, enquanto brinca com o fogo na ponta dos dedos, depois de mergulhá-los no absinto.
-Não sou Mister M, não vou contar como faço isso.
Risos confusos, e sorvo o que resta de absinto dos lábios do meu namorado, ele é egoísta, não sobrou nada.¬¬
E seguem as pérolas...
A noiva diz: - Amor, deu cento e vinte nove reais...
O noivo responde: - Por mim! Eu nunca achei que tomaria três garrafas de absinto e ficaria bom. Diz isso agarrado numa garrafa de absinto vazia e com sotaque “baleiês”.
E mais risos confusos... E eu sem caneta, que lástima!
Depois da terceira doze, meu namorado diz baixinho no meu ouvido:
-Eu quero ir para casa daqui a pouco.
Eu resmungo:
-Mas, não é nem meia noite.
Ele rebate:
-Depois que eu comecei a namorar contigo eu saí dessa vida.
Ele me encara e ri.
Mais espera, mais uns goles, risos de risos, caretas e fotos.
O mais empolgado se expressa:
-Depois da outorga vou vender meu carro e fazer curso para pilotar helicóptero. Vou ligar de bem longe para vocês e dizer que eu to aquiiiiiiiiiiiiii.
Aproveito para perguntar o por quê do ritual pra beber o absinto.
Ele responde:
- Não sei, mas uns velhinhos lá de mil oitocentos e alguma coisa faziam assim, então eu imito eles.
absinto
Sem nenhum gole, fico com as honras de levar os porrezinhos para casa.
Mas, me diverti.
:)

quinta-feira, dezembro 3

Contra o tempo dos contratempos

  Ele nos consome…
  Corremos para alcançá-lo e ainda assim…
O negócio é o seguinte:
Terceira edição da exposição fotográfica Olhar Ecológico, o local já ficou definido. Será no SESC/Centro a partir das 19h de sexta-feira dia 04/12…
xxx
3ª ou III Edição do Olhar Ecológico... Banner do Daniel Nec, idéias do Alexandre Brito, ansiedade nossa... Aparece lá! Tudo atrasado. Bate um desespero nessas horas…
Estou dividida!
Feliz e frustrada, quase sem ar.
Do céu ao inferno. Vou levando…
Ontem mesmo fiquei muito frustrada, marquei com o grupo para filmar o telejornal e não rolou… Não tive força nem pra ficar de cara! Só bateu a tristeza mesmo. Não queria que as coisas tivessem chegado nesse ponto. Fazer o quê?
Correr atrás, tentar passar na frente, só não dá pra desistir sem lutar. Hoje tudo precisa ser entregue, ainda falta filmar, editar...
  Sei que não sou a única estressada. Mas, não vejo a hora de não precisar mais ir a faculdade.
  O pior é que não vou tirar férias de verdade.
  Não posso reclamar. 
  Mas, quem disse que não vou?
xxx
Mandei meu conto, meio estranho, sem graça… Tô esperando a avaliação, mesmo que não tenha achado bom…
Paciência.
Pah! Ciência

quarta-feira, dezembro 2

Texto legenda

Vasculhava a internet, só para que o tempo me tragasse...

Joguei meu nome no Google, na décima primeira página de resultados, achei um blog que utilizou uma das minhas frases (que publiquei no pensador).

Ele, um poeta, amante de artes marciais, estudante de Direito, escolheu minha frase como texto legenda para uma foto. Transmitia um pouco do que eu quis dizer.(http://confinandofotos.blogspot.com/2009/08/s-em-voce-o-dia-fica-cinza-terra.html). Ele deu o crédito. Fiquei muito surpresa e feliz.

 

Foto...

Texto legenda...

Quando isso vai passar?

terça-feira, dezembro 1

Páginas cheias de nada

Decidi que minha alma morta, precisa renascer de uma nova forma. Já que não pode ter um novo corpo.

Vou aproveitar as férias e ler vários livros, essa será minha meta...

Um livro por semana, talvez mais.

Assim poderei viver as vidas que não posso...

E dores, amores que não sejam os meus.

Porque dói demais.

"A vingança é um motivo poderoso", diz o anúncio da trilogia Millennium custa só R$ 87,20. Dá uma vontade de ler... "Os homens que não amavam as mulheres", "A menina que brincava com fogo" e "A rainha do castelo de ar". Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

Então folheio mais umas páginas.

Na página número oito, tem "Da criação ao Roteiro Teoria e prática" R$63,99 - Das idéias iniciais até o roteiro final, esta edição atualizada traz textos teóricos e exercícios práticos voltados à televisão e ao cinema - texto bem escrito da sinopse, já me convenceu. Preciso!

Logo abaixo "A técnica fotográfica" R$87,99 ...

Mal me recuperei e em seguida, "Fotografia Digital - O Manual que Faltava" R$55,99, é realmente não tem cura.

As obras se repetem... até que "Homens, Dinheiro e Chocolate", Escute seu coração e corra atrás de seus sonhos, diz abaixo do livro para convencer mulheres como eu a consumi-lo, será a capa, será o chocolate? Ou não...

Ouvir o coração, correr atrás dos meus sonhos?

Vou ficar mais maluca ainda.

Por enquanto só dói.

Eis que "O pai dos burros" me chamou a atenção - Expressões como "a escola da vida", "abraçar uma causa" e "acreditar piamente" estão entre os mais de 2000 verbetes deste dicionário de clichês e frases feitas R$23,99. Hum, me lembrou alguém, devo colocar na lista para presentes. Tem gente que gosta de fazer sombra com o chapéu dos outros.

Páginas e mais páginas, contagem de moedas...

Até que "A arte de entrevistar bem" R$20,99, poderia ser livro de bolso.

Uma coluna inteira para consumir:

"70 Lições de Jornalismo" R$23,99;

"Amigos Ouvintes" R$22,99;

"Jornalismo Diário" R$39,99;

"Jornal Nacional: Modo de Fazer" R$28,99;

"A arte de escrever bem" R$21,99.

Mais páginas, mais...

Olha! "Desvendando o Twitter" R$31,99, um guia divertido é o que promete ensinar o que fazer para ser um twiteiro com destaque no microblog. Hunf!

Coluna de vampiros... Conheço alguns.

Lá vem os guias de viagens e autoajudas, até parece!

E repete, os mesmos livros nas páginas.

Tudo isso em www.livrariadafolha.com.br

Fiz um conto novo.

Que devo mostrar para alguém...

É bem provável que não publique aqui.