"O texto simplifica meu eu complexo, ora é aliado, ora me faz refém".- Hellen Cortezolli

terça-feira, agosto 3

Muito bem, agora chega!

Pois é, sempre fui de dizer o que penso, não vou mudar agora. Evoluir sim, me esconder porque alguém não gostou, jamais. Defendo o direito de não concordarem comigo, mas principalmente tenho opinião e as exponho, quando tenho oportunidade, quando perguntam e principalmente nesse espaço que é meu.

Como a minha casa, ninguém sabe o endereço até que receba um convite. Me diga como receber um visitante e este adentrar sua residência e lhe dizer como se portar, falar ou pensar?

Não penso que penso, penso.  É possível discernir?

Tenho argumentos e não dou minha razão à ninguém. Atacaram meu profissionalismo, isso não merece resposta. Sei quem são, as mesmas pessoas que vêm perguntar o que achei do show, ao invés de virar disse me disse, o fiz no meu blog e com as minhas palavras. Do meu jeito! Não mudarei a forma com que vi o show, esperava mais, já conhecia o trabalho e esse foi muito ruim. Como é? Não posso não gostar? Tenho que dizer amém e aplaudir sempre?

Não é a primeira vez que tentam me censurar por ter uma opinião que não é a da maioria. E daí? Vou me calar ou fingir que discordo só para fazer parte da turma. Isso é atitude de quem não tem estrutura emocional formada ou pior, não tem personalidade. Não puxo o saco de ninguém, quando gosto de algo ou alguém essa pessoa não precisa saber que existo.

Mencionaram tanto autopromoção e coisas sem sentido. Pessoas estiveram aqui, que nunca haviam estado. O meu blog ao contrário do que um professor que também tentou me chamar atenção por causa dos meus escritos, é lido em outros países. Gente que não conheço e quem não me liga para dizer se gostou ou não.

Entendo que muitos se sentiram ofendidos. Sinto muito, mas não há em lugar algum um documento que me obrigue a gostar das mesmas coisas que gostam.

Conheço o universo underground há tempos, em Macapá há pelo menos quatro anos. Já havia prestigiado outros eventos, inclusive da referida cantora, e curti. Esse não, não gostei mesmo. Achei muito ruim, justamente porque esperava mais. Deixa eu ver se entendi, quer dizer que como “fã” agora serei proibida de frequentar os eventos porque sim, fui prestigiar um amigo, reitero isso, pois parece que está difícil de compreender. E não gostei.

O que houve com a famosa e desgastada frase “gosto não se discute”?

Não tenho que usar um espaço que é meu para falar sobre a minha personalidade ou a maneira com que encaro a vida, para pessoas que não conheço, não sei que existem. Deixei os comentários, não irei excluir nenhum, respeito a opinião e exijo que a minha também seja respeitada, sobretudo, aqui. Respeito muito a liberdade de expressão, contanto que não nivelem pela mediocridade.  Cansa ler!

As pessoas devem mesmo defender seus direitos, usufruí-los, procura-los, caso contrário, não são dignas de te-los.

Não entrarei no mérito da minha postura enquanto jornalista, quer dizer que por causa da minha profissão quando comer em um restaurante ruim, não poderei falar sobre o assunto, por que sou jornalista e irão me processar? Ah, claro.

Parece que não foi  esclarecedor o “Direito de Resposta” publicado aqui. Posso fazer o favor de trocar em miúdos…

Quem não gosta de alguma coisa, se sente ofendido ou blá, blá, blá, peça direito de resposta e o veículo de comunicação irá publica-lo sem edição, na íntegra. Entendeu? Agora quando alguém usa palavras de baixo calão, ofensivas gratuitamente perante a justiça, esse direito é perdido. Novamente: Essa mídia é minha, não precisa acessar caso não seja da sua vontade!

Elogiei a postura da Bell, que usou seus conhecimentos jornalísticos e sua experiência profissional para expressar sua opinião. Louvável, sem sarcasmo ou ironia e disse isso no comentário que fiz abaixo do dela.

Às pessoas que visitaram este espaço, (que é meu) obrigado por usufruírem do direito de não concordarem comigo. Contudo, não tenho que dar satisfações do que gosto ou não à nenhum de vocês que não gostaram do post. A impressão que tive é minha e posso falar sim. Não tenho que discorrer meu currículo sobre as experiências com música, percepções político-religiosas ou qualquer outro sentimento apaixonado que rege o mundo, nem aqui, nem em lugar nenhum.

Quem quiser continuar falando sobre o assunto, não tô nem aí. Desde que não baixem o nível o espaço tá disponível.

Promovo o que acredito ser relevante, não denegri nada nem ninguém. Não gostei e falei sobre o assunto. Quem não gostou também falou. Agora isso já cansou.

Não preciso de fama, por isso não me conhecem, não sabem meu nome, a invisibilidade me é confortável sempre. Se precisar de informações peça e lhes darei se achar conveniente. Mas como disse anteriormente, já acompanhava o trabalho e farei novamente sempre que tiver vontade de curtir o som. Do evento não gostei, pronto. Minha opinião!

Como tudo que acontece aqui, por “Macapá ser pequena” e estar em constante evolução…vira uma novela, sem necessidade. Achei um desgaste inútil.

E que diferença faz a minha opinião para essa gente toda?

Ah, fala sério! Aos amigos que estiveram aqui, obrigado, aos que não conheço, também (sem ironia), aos que tiveram paciência de chegar ao fim deste, valeu.