"O texto simplifica meu eu complexo, ora é aliado, ora me faz refém".- Hellen Cortezolli
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segunda-feira, abril 30

Trilha sonora

Relação Injusta - Sua Mãe

Composição: Gabriel Carvalho, Tangre Paranhos e Claudinho Chacha

É melhor, ficar só...
do que viver com você,
essa relação injusta.

Se não é , por merecer
porque que eu fico sempre assim?
insisto tanto em te querer.

Não da mais, ficou ruim,
eu preciso de qualquer outra realidade em mim.

Aliás lá em casa, tem sido bem melhor
Aliás lá em casa, tem sido bem melhor...
sem você, sem você, volte, sem você, sem você, volte!

E eis que depois de uma noite de quem sou eu,
de acordar a uma hora da madrugada em desespero.
Eis que as três horas da madrugada eu acordei
e me encontrei, eu fui ao encontro de mim,
calmo, alegre, plenitude sem fulminação
simplesmente isso, eu sou eu, você é você
é lindo, é vasto, vai durar.

Eu não sei ao certo o que eu vou fazer em seguida
mas, por enquanto, olha pra mim, e me ama.
Não: tu olhas pra ti e te amas. É o que está certo.




domingo, novembro 27

Trilha sonora da madrugada

I Wish I Was The Moon
Neko Case

Chimney falls and lovers blaze
Thought that I was young
Now i've freezing hands and bloodless veins
As numb as I've become

I'm so tired
I wish I was the moon tonight

Last night I dreamt I had forgotten my name
'Cause I had sold my soul but awoke just the same
I'm so lonely
I wish I was the moon tonight

God blessed me, I'm a free man
With no place free to go
I'm paralyzed and collared-tight
No pills for what I fear

This is crazy
I wish I was the moon tonight

Chimney falls and lovers blaze
Thought that I was young
Now I've freezing hands & bloodless veins
As numb as i've become

I'm so tired,
I wish I was the moon tonight

How will you know if you found me at least
'Cause i'll be the one, be the one, be the one
With my heart in my lap
I'm so tired, I'm so tired
I wish I was the moon tonight




segunda-feira, setembro 5

Música de hoje - Só porque é segunda-feira



Bad Things - Jace Everett - Tradução 


Coisas más
Quando você entrou o ar foi embora
E toda sombra se encheu de dúvida
Eu não sei quem você pensa que é
Mas antes que a noite acabe,
Eu quero fazer coisas ruins com você.

Eu sou do tipo que fica acordado a noite inteira em seu quarto
Coração doente e olhos cheios de tristeza
Eu não sei o que você fez comigo,
Mas eu sei que esse tanto é verdade:
Eu quero fazer coisas ruins com você.

Quando você entrou o ar foi embora
E toda sombra se encheu de dúvida
Eu não sei quem você pensa que é
Mas antes que a noite acabe,
Eu quero fazer coisas ruins com você.
Eu quero fazer coisas realmente más com você
Ow, ooh

Eu não sei o que você fez comigo,
Mas eu sei que esse tanto é verdade:
Eu quero fazer coisas ruins com você.
Eu quero fazer coisas realmente más com você.

segunda-feira, agosto 29

O que eu queria ter dito!


Never Gonna Leave This Bed

Maroon 5



You push me
I don't have the strength to
Resist or control you
Take me down
Take me down

You hurt me
But do I deserve this?
You make me so nervous
Calm me down
Calm me down

[Chorus]
Wake you up
In the middle of the night to say
I will never walk away again
I'm never gonna leave this bed

So come here
And never leave this place
Perfection of your face
Slows me down
Slows me down

So fall down
I need you to trust me
Go easy, don't rush me
Help me out
Why don't you help me out ?

[Chorus]
Wake you up
In the middle of the night to say
I will never walk away again
I'm never gonna leave this bed

You say "Go, it isn't workin' "
And i say "No, it is perfect"
So I stay and stand
I'm never gonna leave this bed

Take it
Take it all
Take all that i have
I'll give it all away just to get you back

Fake it
Fake it all
Take what i can get
Knockin' so loud
Can't you hear me yell ?
I try to stay away, but you can't forget

Wake you up
In the middle of the night to say
I will never walk away again
I'm never gonna leave this bed

You say "Go, it isn't workin' "
And i say "No, it is perfect"
So I stay and stand
I'm never gonna leave this bed

Take it
Take it all
Take all that i have
Take it
Take it all
Take all that i have



sábado, agosto 27

Música da semana passada... e dos próximos dias


Citizen Of The Planet


Alanis Morissette


I start up in the north
I grow from a special seed
I sprinkle it with sensibility
From French and Hungarian snow
I linger in the sprouting
Until my engine's full

Then I move across the sea
To European bliss
To language of poets
As I cut the cord of home
I kiss my mother's mother
Look to the horizon

Wide eyed, new ground
Humbled by my new surroundings

I am a citizen of the planet
My president is Kuan Yin
My frontier is on an airplane
My prisons, homes for rehabilitating

Then I fly back to my rest
I fly back with my nuclear
But everything is different
So I wait
My yearn for home is broadened
Patriotism expanded
By callings from beyond

So I pack my things
Nothing precious
All things sacred

I am a citizen of the planet
My laws are all of attraction
My punishments are consequences
Separating from source the original sin

I am a citizen of the planet
Democracy's kids are sovereign
Where the teachers are the sages
And pedestals filled with every parent

And so the next few years are blurry
The next decade's a flurry
Of smells and tastes unknown
Threads sewn straight through this fabric
Through fields of every color
One culture to another

And I come alive
And I get giddy
And I am taken and globally naturalized

I am a citizen of the planet
From simple roots through high vision
I am guarded by the angels
And my body guides the direction I go in

I am a citizen of the planet
My favorite pastime edge stretching
Besotten with human condition
These ideals are born from my deepest within


quarta-feira, agosto 24

Próxima parada - Anarkilópolis



 É um tremor que faz com que o corpo fique paralisado e conforme os primeiros toques nervosos na caixa, bumbo, surdo, pratos, chimbau produzidos pelo Magrão em sua bateria inconfundível... 

As batidas do coração aceleram e os olhos ansiosos se esbugalham  e alertam os ouvidos para o que está por vir, os rifes da guitarra do AJ e do contrabaixo do Tássio Callins, entram em cena nessa sincronia eletrizante, ali por entre as mesas dispersas no salão do Sesc Centro, ele, Sílvio Neto, que sem cerimônia toma seu lugar no palco do Projeto Botequim e solta sua voz.

E quem esperou que o Tributo a Raul Seixas fosse mais um daqueles encontros saudosistas cheio de imitações, sentiu a essência do que é “Uma viagem a Anarkilópolis”... Um caminho sem volta na criatividade musical, no talento da Banda Tio Zé com o charme, irreverência e autenticidade que Sílvio Neto consegue exibir a cada nova apresentação, porém, senhoras e senhores, nada comparado a esta noite.

Banda Tio Zé
Aquele processo químico descrito inicialmente nessas linhas tão desconexas, cujas frases e pensamentos tortos relembram a todo o momento aquela entrada por entre a gente que se fez presente no mesmo lugarzinho do ano passado, com um jeito de barzinho e restaurante comportado, que mal tem espaço para dançar... Cuja luz pouquinha é para sugerir um magnetismo meio descomplicado ao público que frequenta o lugar.

Ferveu como água quente, ou sangue bombeado em veias assim meio insurgente. E toda aquela coisa que acontece a um vulcão, talvez até o sétimo círculo do Vale de Flegetonte...

E que Dante Alighieri me permita roubar-lhe parte avessa  ao que sugere sua Divina Comédia.  O inferno nesta noite não é do mal, somente insinua a violência com que a sensação de presenciar a energia da música, do timbre das cordas vocais do Mestre das Ilusões e do desempenho no palco, quiseram nos mostrar e provocar. Ali pelo palco também esteve presente como o Mestre mencionou, o próprio Raul Seixas.

Violento, foi o estremecer das bases em que nós meros espectadores nos pusemos a admirar o talento daqueles caras e o melhor, que visivelmente se divertiam.


A viagem a Anarkilópolis conduzida pelas mãos, vozes e ouvidos da banda Tio Zé e Silvio Neto vão ficar por algum tempo retida em nosso subconsciente, a exemplo do que deve ser uma “Sociedade, realmente, Alternativa”, o público emocionado quiz mais.

*Em nome da família Cortezolli, agradeço pelas músicas e principalmente pelo show!

quarta-feira, junho 29

Desejos noturnos IV

Música do dia

I Just Don't Know What To Do With Myself
Composição: Burt Bacharach / Hal David

I just don't know what to do with myself
I don't know what to do with myself
Planning everything for two
Doing everything with you
And now that were through

I just don't know what to do
I just don't know what to do with myself
I don't know what to do with myself
Movies only make me sad
Parties make me feel as bad
'Cause I'm not with you
I just don't know what to do

Like a summer rose
Needs the sun and rain
I need your sweet love
To beat love away

Well I don't know what to do with myself
Just don't know what to do with myself
Planning everything for two
Doing everything with you
And now that were through
I just don't know what to do

Like a summer rose
Needs the sun and rain
I need your sweet love
To beat love away

I just don't know what to do with myself
Just don't know what to do with myself
Just don't know what to do with myself
I don't know what to do with myself





segunda-feira, junho 27

Para passar a noite

Bandolins
Oswaldo Montenegro
Composição: Oswaldo Montenegro 

Como fosse um par que
Nessa valsa triste
Se desenvolvesse
Ao som dos bandolins

E como não,
E por que não dizer
Que o mundo respirava mais
Se ela apertava assim?
Seu colo como
Se não fosse um tempo
Em que já fosse impróprio
Se dançar assim

Ela teimou e enfrentou
O mundo
Se rodopiando ao som
Dos bandolins

Como fosse um lar
Seu corpo à valsa triste
Iluminava e à noite
Caminhava assim

E como um par
O vento e a madrugada
Iluminavam à fada
Do meu botequim

Valsando como valsa
Uma criança
Que entra na roda
A noite tá no fim

Ela valsando
Só na madrugada
Se julgando amada
Ao som dos bandolins...
(Repetir a letra 3x)
 
 * E esquecer de tudo pela manhã...

domingo, junho 26

Um pouco da minha história... e de todo mundo

À todas as rosas que já foram derrotadas por cravos
Linda Rosa
Composição: Gugu Peixoto / Luis Kiari

Pior que o melhor de dois
Melhor do que sofrer depois
Se é isso que me tem ao certo
A moça de sorriso aberto

Ingênua de vestido assusta
Afasta-me do ego imposto
Ouvinte claro, brilho no rosto
Abandonada por falta de gosto

Agora sei não mais reclama
Pois dores são incapazes
E pobres desses rapazes
Que tentam lhe fazer feliz

Escolha feita inconsciente
De coração não mais roubado
Homem feliz, mulher carente
A linda rosa perdeu pro cravo

Pior que o melhor de dois
Melhor do que sofrer depois
Se é isso que me tem o certo
A moça de sorriso aberto

Ingênua de vestido assusta
Afasta-me do ego imposto
Ouvinte claro, brilho no rosto
Abandonada por falta de gosto

Agora sei não mais reclama
Pois dores são incapazes
E pobres desses rapazes
Que tentam lhe fazer feliz

Escolha feita inconsciente
De coração não mais roubado
Homem feliz, mulher carente
A linda rosa perdeu pro cravo

Homem feliz, mulher carente
A linda rosa perdeu pro cravo

quarta-feira, junho 15

Música de hoje

Amy Lee
Broken
Evanescence
Composição : Dale Stewart / Shaun Morgan


I wanted you to know that I love the way you laugh
I wanna hold you high and steal your pain away
I keep your photograph and I know it serves me well
I wanna hold you high and steal your pain

'Cause I'm broken when I'm lonesome
And I don't feel right when you're gone away

You've gone away... You don't feel me here, anymore...
The worst is over now and we can breathe again

I wanna hold you high, you steal my pain away
There's so much left to learn, and no one left to fight
I wanna hold you high and steal your pain

'Cause I'm broken when I'm open
And I don't feel like I am strong enough

'Cause I'm broken when I'm lonesome
And I don't feel right when you're gone away
'Cause I'm broken when I'm open

And I don't feel like I am strong enough
'Cause I'm broken when I'm lonesome

And I don't feel right when you're gone away
'Cause I'm broken when I'm lonesome

And I don't feel right when you're gone
You've gone away... You don't feel me here, anymore

segunda-feira, junho 13

Música de hoje

Do mesmo lado - Pitty
Composição: Pitty


Quem chegou a ouvir o som?
Quem ligou se tá no tom?
Quem não viu e mesmo assim falou?
Quem tomou e não gostou?
Quem dividiu o tudo em dois?
Quem preferiu deixar pra depois?
Quem escolheu o bem e o mal?
Quem achou que tudo é normal?

E eu tô do mesmo lado que você
E eu tô no mesmo barco que você (x2)

Então, pensa, ouve e vive a música.(x4)

Quem chegou a ouvir o som?
Quem ligou se tá no tom?
Quem não viu e mesmo assim falou?
Quem tomou e não gostou?
Quem partiu a Terra ao meio?
Quem decidiu o que era feio?
Quem acreditou no "tudo bem"?
Quem confiou em alguém?

E eu tô do mesmo lado que você
E eu tô no mesmo barco que você

Então, pensa, ouve e vive a música.

quarta-feira, junho 8

Desafio você a musicá-la

Não sou compositora, nada do gênero. Ouço e vivo de histórias, leio, as escrevo e assim vou "gerundiando".
Essa foi a última escrita com sentimento... E me atrevo a desafiar quem deseje ser desafiado.
Musique-a se for capaz, por favor! (Rsrs)


O vazio do teu olhar

Insisto em olhar e vejo que não há nada lá para ser visto.
Você desvia, e eu imaginava que fosse medo.
Tua teoria é mais simples... é um não querer ser visto. 
Não querer prolongar o que acabará logo.
Penso no fim, só no fim.
Mas, não o quero.

Quero sempre mais de ti, mais de mim.
Não há conversa, só diálogo.
Frases sem acabamento e friamente calculadas.
Só silêncio...
Então do nada, penso em desistir, e partir.

Você então me toma.
Quando acordo, sinto a dor do teu tomar de novo. E, meu corpo nunca te rejeita. Desta vez eu só não queria partir, nem que partisses. Nunca quero te repartir.

Você diz para eu ficar, até a noite e arrumar tudo.
Não consigo achar nada engraçado.

As minhas palavras duras e não ditas eram para me proteger de você.
Meu olhar perdido, que não queria ser encontrado, era para me defender de você.

Nada... nada... para ser dito, sentido ou lembrado.
Mas, eu queria que tivesses ficado.

Música da madrugada

Lama - Luxúria
Composição : Megh Stock


Não, não dê mais tantas voltas, não.
Se chicoteia assim por qualquer perdão.
Todo esse teatro não impressiona
Por maior que seja sua recompensa

Não se importe tanto assim
Com sua imagem decadente enfim.
Nada adianta depois se lamentar
Por maior que seja sua displiscência
Volta, ou vai embora, meu amor.
Sem ameaças ensaiadas na frente do espelho.
O caminho mais fácil nem sempre é melhor que o da dor.

Dê uma chance pra vida te mostrar
Um jeito menos doloroso de se despedir.
Não seja assim tão duro amor com as palavras.
Lave bem as suas mãos antes de se decidir.

Tira essa lama das botas
Antes de me dar as costas.
Não, não dê mais tantas voltas, não.
Se chicoteia assim por qualquer perdão.
Todo esse teatro não impressiona
Por maior que seja sua recompensa

Não se importe tanto assim
Com sua imagem decadente enfim.
Nada adianta depois se lamentar
Por menor que seja sua displicência.
Volta, ou vai embora, meu amor.
Sem ameaças ensaiadas na frente do espelho.
O caminho mais fácil nem sempre é melhor que o da dor.

Dê uma chance pra vida te mostrar
Um jeito menos doloroso de se despedir.
Não seja assim tão duro amor com as palavras.
Lave bem as suas mãos antes de se decidir.
Tira essa lama das botas
Antes de me dar as costas.

sexta-feira, dezembro 31

Liberdade ao rock

liberdade   Dê um tchauzinho ao ano que passou, certamente ele deve ter lhe deixado boas lembranças, então não seja ingrato, diga um olá com toda a força dos seus pulmões.  

  Ano Novo é para ser renovadas as energias e não há nada melhor do que exorcizar seus demônios com o bom e velho rock in roll, então tá combinado hoje na Praça da Bandeira, às 19h.

terça-feira, agosto 3

Muito bem, agora chega!

Pois é, sempre fui de dizer o que penso, não vou mudar agora. Evoluir sim, me esconder porque alguém não gostou, jamais. Defendo o direito de não concordarem comigo, mas principalmente tenho opinião e as exponho, quando tenho oportunidade, quando perguntam e principalmente nesse espaço que é meu.

Como a minha casa, ninguém sabe o endereço até que receba um convite. Me diga como receber um visitante e este adentrar sua residência e lhe dizer como se portar, falar ou pensar?

Não penso que penso, penso.  É possível discernir?

Tenho argumentos e não dou minha razão à ninguém. Atacaram meu profissionalismo, isso não merece resposta. Sei quem são, as mesmas pessoas que vêm perguntar o que achei do show, ao invés de virar disse me disse, o fiz no meu blog e com as minhas palavras. Do meu jeito! Não mudarei a forma com que vi o show, esperava mais, já conhecia o trabalho e esse foi muito ruim. Como é? Não posso não gostar? Tenho que dizer amém e aplaudir sempre?

Não é a primeira vez que tentam me censurar por ter uma opinião que não é a da maioria. E daí? Vou me calar ou fingir que discordo só para fazer parte da turma. Isso é atitude de quem não tem estrutura emocional formada ou pior, não tem personalidade. Não puxo o saco de ninguém, quando gosto de algo ou alguém essa pessoa não precisa saber que existo.

Mencionaram tanto autopromoção e coisas sem sentido. Pessoas estiveram aqui, que nunca haviam estado. O meu blog ao contrário do que um professor que também tentou me chamar atenção por causa dos meus escritos, é lido em outros países. Gente que não conheço e quem não me liga para dizer se gostou ou não.

Entendo que muitos se sentiram ofendidos. Sinto muito, mas não há em lugar algum um documento que me obrigue a gostar das mesmas coisas que gostam.

Conheço o universo underground há tempos, em Macapá há pelo menos quatro anos. Já havia prestigiado outros eventos, inclusive da referida cantora, e curti. Esse não, não gostei mesmo. Achei muito ruim, justamente porque esperava mais. Deixa eu ver se entendi, quer dizer que como “fã” agora serei proibida de frequentar os eventos porque sim, fui prestigiar um amigo, reitero isso, pois parece que está difícil de compreender. E não gostei.

O que houve com a famosa e desgastada frase “gosto não se discute”?

Não tenho que usar um espaço que é meu para falar sobre a minha personalidade ou a maneira com que encaro a vida, para pessoas que não conheço, não sei que existem. Deixei os comentários, não irei excluir nenhum, respeito a opinião e exijo que a minha também seja respeitada, sobretudo, aqui. Respeito muito a liberdade de expressão, contanto que não nivelem pela mediocridade.  Cansa ler!

As pessoas devem mesmo defender seus direitos, usufruí-los, procura-los, caso contrário, não são dignas de te-los.

Não entrarei no mérito da minha postura enquanto jornalista, quer dizer que por causa da minha profissão quando comer em um restaurante ruim, não poderei falar sobre o assunto, por que sou jornalista e irão me processar? Ah, claro.

Parece que não foi  esclarecedor o “Direito de Resposta” publicado aqui. Posso fazer o favor de trocar em miúdos…

Quem não gosta de alguma coisa, se sente ofendido ou blá, blá, blá, peça direito de resposta e o veículo de comunicação irá publica-lo sem edição, na íntegra. Entendeu? Agora quando alguém usa palavras de baixo calão, ofensivas gratuitamente perante a justiça, esse direito é perdido. Novamente: Essa mídia é minha, não precisa acessar caso não seja da sua vontade!

Elogiei a postura da Bell, que usou seus conhecimentos jornalísticos e sua experiência profissional para expressar sua opinião. Louvável, sem sarcasmo ou ironia e disse isso no comentário que fiz abaixo do dela.

Às pessoas que visitaram este espaço, (que é meu) obrigado por usufruírem do direito de não concordarem comigo. Contudo, não tenho que dar satisfações do que gosto ou não à nenhum de vocês que não gostaram do post. A impressão que tive é minha e posso falar sim. Não tenho que discorrer meu currículo sobre as experiências com música, percepções político-religiosas ou qualquer outro sentimento apaixonado que rege o mundo, nem aqui, nem em lugar nenhum.

Quem quiser continuar falando sobre o assunto, não tô nem aí. Desde que não baixem o nível o espaço tá disponível.

Promovo o que acredito ser relevante, não denegri nada nem ninguém. Não gostei e falei sobre o assunto. Quem não gostou também falou. Agora isso já cansou.

Não preciso de fama, por isso não me conhecem, não sabem meu nome, a invisibilidade me é confortável sempre. Se precisar de informações peça e lhes darei se achar conveniente. Mas como disse anteriormente, já acompanhava o trabalho e farei novamente sempre que tiver vontade de curtir o som. Do evento não gostei, pronto. Minha opinião!

Como tudo que acontece aqui, por “Macapá ser pequena” e estar em constante evolução…vira uma novela, sem necessidade. Achei um desgaste inútil.

E que diferença faz a minha opinião para essa gente toda?

Ah, fala sério! Aos amigos que estiveram aqui, obrigado, aos que não conheço, também (sem ironia), aos que tiveram paciência de chegar ao fim deste, valeu.

segunda-feira, agosto 2

Direito de resposta

Bell

Poxa Cortezolli gostei de seu blog, sua atitude, só faltou a... informação!
O citado evento era na verdade o lançamento do EP de minha banda - Gravydade Zero - as outras bandas foram convidadas por serem nossas amigas.
Pena você ter ido embora logo, pois perdeu o ótimo show da Hidrah logo depois da nossa.

A Profétika apesar de seus problemas religiosos se apresentou por último e "ahhh" todas as bandas chegaram na hora marcada. A Hidrah desde o início estava marcada para ser a última, por ter mais fãs e para poder tocar por mais tempo que as outras... se quisesse.
Mas é isso mesmo Cortezolli...eu ainda acredito que apesar das diferenças é necessário abrir espaço para que todas as bandas independente de credo, riffs ou distorções apresentem seu trabalho. Obrigada pela presença, esperamos vê-la mais vezes em nossos shows. Até +
Se puder visite nosso myspace www.myspace.com/gravydadezero

Bjs

domingo, agosto 1

Opinião não é terrorismo

Ontem teve apresentação de bandas no bar Crepúsculo, que fica no Araxá (orla de Macapá/AP).
Uma noite regada à boa música e ótimas companhias. Pelo menos era o que esperávamos. As duas primeiras bandas a se apresentarem, serviram como trilha para o “jantar”, filé na chapa, com fritas. Uma porção de azeitona (adoro) e outra de camarão empanado e refrigerante.
A lua estava linda compunha o cenário quase perfeito. Ah, quase você se pergunta?
Explico: Na apresentação da banda SEED FALLS, a vocalista Vanessa Rafaelly, que tem uma voz abençoada quando o quesito é lírico, isso ninguém discorda. Quanto ao gutural, tem muito a percorrer para se tornar boa. O domínio de palco também deixou a desejar no que tange a postura musical. Alguém deve ter soprado em seus ouvidos aguçados um outro palavrão além de “porra” só para variar, pena que isso foi só no final, antes ela intercalava com um  “hey, hey”.(Puts, imaginei que fosse imendar how, how e de repente tocar Whiski a go go, rsrs – fala sério). Mas, o que realmente motivou ao troféu “el micon de la noche” foi no meio do show ela tirar as botas, imaginei que fosse puxar uma dança da chuva depois disso…
Por isso não vou nem comentar a incitação à violência que ela fazia toda vez que gritava no microfone "bate cabeça, bate cabeça porrrrrraaaaaaaaaaaaaaa" (ela tinha a intenção de dizer aos presentes para benguear - para quem não sabe é balançar a cabeça, hahahahaha). Me diverti para caramba
Afinal, estamos em Macapá. De repente ela poderia ter dado uma nova roupagem à “Pérola Azulada” rsrsrs.
Aquilo está totalmente àquem do que se espera de uma amante do black metal. Destruiu a imagem que eu tinha dela. Contudo, para o cenário amapaense, não posso reclamar, é o que tem, fazer o quê?!
Já estavamos cansados de esperar, a brisa da noite tava um charme. Mas, já começava a incomodar, sabe quando bate um soninho? Pois é, fomos nos despedir do Antônio (nosso amigo que toca na banda Hidrah), já que a apresentação tinha sido trocada de horário por sei lá quantas vezes. Foi quando a “desorganizadora” comunicou a ele, que a Hidrah, ficaria para o fim, para dar lugar para o White Metal. #Nãocreio
Partimos na mesma hora.
Inri Cristo x white metal           Lado negro da força!
Bom, não pude assistir a apresentação do meu amigo. Interceptei meus pais que estavam a caminho e os alertei de que tipo de som também encontrariam por lá. A minha mãe como é mais direta, descartou logo a hipótese de prestigiar a banda de white metal. “Tá louca, não vou assistir mesmo, vamos dar uma volta depois iremos ao Crepúsculo, não saí de casa para assistir “gospel”. Tem coisas que não devem se misturar”, enfatizou Lu Cortezolli. Meu pai, disse que a bagunça se deu em função da já citada desorganizadora, não ter aguentado a pressão dos rapazes, por se tratar de uma mulher sem pulso, que deixou passaram na frente de outras bandas, uma banda que sequer estava no local na hora marcada, pura palhaçada.
Como prometido vou deixar o link da Hidrah para vocês conferirem como foi no dia mundial do rock.

Por que será que ela pensou isso? hahahahaha Grito meu - “Venho de uma cultura onde todos os espaços devem ser respeitados, ninguém deve profanar o território de ninguém. Assim, quando me sinto incomodada, me retiro logo. Para o meu entendimento tem coisas que são como água e óleo, não se misturam e não deve-se forçar a barra. É melhor definir de que lado você está”. Ah, quase esqueço. Quando disse ao Antônio que isso merecia um post, a vocalista me chamou de terrorista. Confesso que gostei, no que concerne ter minha opinião definida, se é assim que ela define quem prefere usufruir do direito de não se misturar, então tudo bem.

sábado, janeiro 23

Sexta Punk

Então foi um tédio! Um dia como outro qualquer, quando fazemos sacrifícios para agradar aos que nos são caros, mas que na realidade não deveríamos ter saído de casa, se possível, sequer levantado da cama...
Teve Punk Rock no Sesc/Centro.
Eu não estava com nenhum espírito de "Pirata", tão pouco desfrutaria da companhia deles, mas a pedidos... Lá fui eu, meio deslocada, permaneci por algumas horas, que passaram rápido até. Teve uma VTR nº qualquer, com quatro PMs, que adentraram o recinto, sabe-se lá porque.
Vi rostos conhecidos, mas eu estava distante demais da capital para me sentir em casa...
Algumas risadas. Vi casais conversando, namorando e curtindo com amigos.
Do SESC para a frente da city.
Horrível! Quem disse que a pior poluição na orla de Macapá, são os recipientes plásticos arremessados ao Rio Amazonas sem nenhuma responsabilidade ambiental, ah, talvez as latinhas... Nada! Tinha para todos os péssimos gostos, tecnobrega, funk, e sei lá mais o que, todos os sons obviamente, poluentes nocivos a ouvidos sensíveis como os meus, não permaneci lá, nem por meia hora.. Por mais que os amigos gostassem da companhia nada agradável, em função do meu mau humor, de fato era impossível.
Foi pouco tempo mas valeu, vivi cada segundo...

domingo, novembro 8

Alma lavada

Depois de quase quatro dias de clausura, saí para respirar, lavei minha alma velha...
Avistei de longe muita gente, com vestes negras de todos os modelos, teve espaço para uns tipos estranhos, uma branca de neve por exemplo e um coroa de camisa xadrez estilo Alice no país das maravilhas, acho que ele era uma carta de algum naipe... (Na mesma noite da festa de halloween na cidade e o pessoal aproveitou).
Mas, era fácil diferenciar quem curte o som mais pesado e agressivo do bumbo duplo, do gutural e da guitarra com uma alma linda. Com direito a tapin e tudo mais.
Público na praça da Fortaleza de São José.
Fazia muito tempo que não me sentia assim, segura, mesmo com tanta gente. A hippie que vendia brincos, parou para benguear (movimento de balançar a cabeça ao som do metal, se tiver cabelos compridos ajuda, não tem no dicionário por isso expliquei) um pouco, é legal ver quem realmente aprecia. Não sabia que tinha um público bastante considerável em Macapá que curte o som… Mas a culpa é minha, não saio muito.
Ratos de Porão em Macapá E não fizeram feio, tinha uma roda punk de respeito. Agitaram o tempo todo, mesmo quando o João Gordo tirou uns babacas (sempre tem nesses lugares) que estavam brigando “...vão tomar um banho no Rio Amazonas para ver se esfriam a cabeça” enfatizou o vocalista da banda Ratos de Porão, que ainda este mês completa 29 anos.
O rato ao fundo, depois do batera. Com sons de 1989, tão atuais quanto os “problemas que não são resolvidos”, como explicou João Gordo antes de anunciar “Amazônia nunca mais”, se referindo ao nome da música que chama a atenção para o descaso com o chamado pulmão do mundo.
P1050126

Fiquei próxima a barraca da mesa de controle de áudio mas, foi muito bacana, descobri recursos na máquina fotográfica que nem sabia que tinha...
E ninguém ficou se encostando!


O que foi possível capturar divido aqui com você.
Quase consegui
Não sei mensurar a distância, mas eu estava muito longe, por isso essa aí é uma pérola.
À esquerda deu tempo para galera que tava trabalhando tirar umas fotos.
Da esquerda para direita, a primeira foi uma tentativa de uma técnica de fotografar que não aprendi, Rsrs. A terceira foi pra registrar quem tava trabalhando e teve um tempinho para fazer pose “de estive aqui”.
Ah! O show fez parte do Festival Quebramar, então vale dar o crédito, porque estava ótimo!