"O texto simplifica meu eu complexo, ora é aliado, ora me faz refém".- Hellen Cortezolli

domingo, outubro 3

Cala a boca, Camarão!

Ontem fui ao MIS assistir às animações, acompanhada do meu namorado e da MIsminha amiga Thay. Acho que a mensagem que enviei pelo twitter não chegou à Lara, porque ela não ligou… Enfim, meu pai sabendo que nos atrasaríamos foi sozinho e nos encontramos lá (sou uma filha coruja, rsrsrs e muito orgulhosa de ter meu velho para compartilhar esses gostos pelo audiovisual e suas vertentes)…

Para nossa surpresa, o MIS resolveu exibir as gravações feitas no “Curso de Potencialidade Criativa para Atuação em TV e Cinema” no mesmo dia do Clube de Cinema. (De quem terá sido essa ideia brilhante? Aposto que foi do “*Camarão”).

Bom, para quem saiu de casa com o espírito preparado para assistir às animações… essas surpresinhas dispensam comentários.  Aliás, é isso que deixa qualquer um perder a paciência e fazer careta em pleno sábado, mania de algumas pessoas “que pensam que pensam” têm em declamar sua incapacidade acentudada de não concluir um raciocínio e nivelar tudo sempre pela mediocridade, com doses cavalares de necessidade de autoafirmação, tudo tá sempre bom na visão delas, mesmo quando até para ser classificado como péssimo, precisar melhorar muito. Discordo do que chamam ser otimismo, é mais se contentar com qualquer coisa. Aplausos espontâneos para o sonoro “Valeu” para acabar com o blá, blá, blá.

Enfim, sobre as animações, estavam perfeitas. Algumas já havia tido o prazer de contemplar, A onda, o Rapto do Peixe-boi - Direção de Cassio Tavernard e roteiro original de Adriano Barroso. Curta aí!

Não lembro dos outros títulos, mas alguns o Bope tinha me mostrado antes, o Paranóia, por exemplo (disse ter tudo a ver comigo). Deveria contar trechos de cada um deles, mas não o farei, para você aprender a ir ao MIS da próxima vez. rsrs 

Paciência... *Sobre o “Camarão”, se tiver paciência para esperar o vídeo carregar, conheça o personagem que facilmente pode ser confundido com aquela figura insuportável, que se sente na obrigação de falar (qualquer coisa) quando vê um monte de gente num lugar só, por pensar que aquela platéia é para ela.