"O texto simplifica meu eu complexo, ora é aliado, ora me faz refém".- Hellen Cortezolli

quarta-feira, janeiro 5

Luluzinhas

  Na segunda-feira minha amiga Maiara Pires me visitou, quer dizer a visita foi para minha mãe, mas peguei carona. Conversamos tanta coisa e deu mais saudade dos amigos queridos que fizemos na faculdade. Faculdade… quatro anos convivendo com as pessoas… não tem como não nos envolvermos. A gente acaba se apegando, torcendo de verdade para que tudo dê certo e, que ainda assim não percamos contato.

DSC01019  Já andei muito por esse Brasil, fiz pouquíssimos amigos e, depois de um tempo é natural que as coisas mudem, a gente precisa ter um cuidado para que não achem que estamos tripudiando com nossa felicidade estampada na cara, o que nem sempre é verdade, vivenciei muito essa impressão errada que as pessoas têm.

  Outra coisa que enfrentei e aqui no Amapá é ainda pior, acredito que seja em razão da própria cultura, certa obrigação em ter filhos. O que nem passa pelos meus projetos de vida, e tomo todos os cuidados possíveis e imagináveis para que isso não ocorra. Não quero ser mãe, nem tenho vontade (antes que você resmungue, “Ah! Daqui a um tempo, blá, blá, bla´” – Não vai rolar, já passei da idade e não tenho paciência com crianças, não vou contribuir com a superpopulação do mundo para massagear o ego de ninguém). Mas, por que falei isso mesmo? Ah, sei lá. 

  Terça-feira, tentei organizar uma reunião de “Luluzinhas”, mas as meninas estavam superocupadas como sempre, eu também estava cansada, mas a vontade de conversar com elas era maior. Então tratei de encontrar a Lili no shopping, fazia um tempão que não nos víamos. A gente “quase” colocou o papo em dia, rsrsrs.

  Quando cheguei em casa vi o recado da “gata sarada” no Facebook, ela topou na hora, mas estava dodói, fica para próxima.

  Essa será nossa meta, conseguir reunir o maior número de pessoas das quais sentimos saudades num só lugar para gente se curtir bastante. Contudo, curti um pouquinha a Lili.

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