"O texto simplifica meu eu complexo, ora é aliado, ora me faz refém".- Hellen Cortezolli

sexta-feira, junho 17

Colateral

Num exercício puramente desesperado pela criação, busquei inspirações em autores mortos. Neles que existiram em épocas onde havia mais dignidade e retidão de sentimentos, ideias e valores.

Onde as palavras expressavam bem mais que a necessidade de construir imagens irreais, mesmo quando o imaginável jamais fosse se materializar ou não.

E que sentido essa última frase detém?

O inimaginável existe, mesmo numa realidade paralela, quase se confunde com o virtual. O é de modo a não ser tocado, como o vento, percebido, assimilado, sentido... Na contramão do entendimento, seguem simbologias intrincadas, que trincam crenças e eis que surge o inacreditável.

Então... Que a falta de sentido tenha definição, e que o indefinível seja mais que indelével, incolor, incontrolável e que nada se resuma a dor.