"O texto simplifica meu eu complexo, ora é aliado, ora me faz refém".- Hellen Cortezolli
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quarta-feira, maio 30

Em tempos de reality shows...

Há pouco tempo percebi que os momentos em que nos permitimos nossas melhores vivências acontecem por impulso. Quando planejamos as decepções são inevitáveis e falo disso com excelência.  Em tempos onde os reality shows viraram modinha, anônimos como eu também mudam de ares e novos mundos se encontram.

Não sei exatamente onde quero chegar, apenas consinto, mesmo que poucas vezes. Não é fácil abrir mão do controle no qual cremos ter sobre nossas decisões, apesar das teorias a respeito de destino não me convencerem.  E, o experimento é tão intenso que não percebo as horas, os dias ou minha vida passar. Uma breve pausa para o envelhecimento.


O clima havia apresentado uma melhora, um ar de chuva vez ou outra demonstrava vontade de compor o cenário, que mudava com o passar dos minutos, os 56 km distantes da cidade até a fazenda foram percorridos sem pressa e com muita cautela. 

Essa árvore praticamente fala.
A viagem serviria não só para fugir da mesmice da cidade, mas conheceria um pouco da infância de minha mãe. Confesso nunca ter tido interesse antes, imaginar ficar longe do conforto das tecnologias das quais sou refém e perto demais do ar puro, natureza, animais... Fazia com que me confrontasse com as inúmeras possibilidades de surgir uma alergia no dia seguinte.

Contudo, este é um mundo novo para mim. Quando a morte realmente chega bem perto de alguém deveras amado, algo muda no fundo da alma. O castelo de cartas construído em sonhos, já não tem a mesma importância, nem recebe a mesma ordem de prioridades. 

Os meus planos terão de esperar por mim... Ou talvez sejam modificados mais tarde. Tanto faz. 

Disputa para saber quem sai melhor no close.
Algumas porteiras... Os primeiros animais avistados foram as ovelhas e seus incontáveis caracóis espalhados pelo corpo, tão fofas. Tímidas não me permitiram sacar a máquina fotográfica, antes de fazê-lo, correram em outra direção. Quem sabe conseguirei mais tarde?

Conversas e mais conversas, agora faziam sentido.  Apesar de nunca ter estado antes no lugar, me senti em casa. Tinha muito das histórias contadas por minha mãe. 

As primeiras fotografias foram acanhadas, temerosa por estragar o equipamento com a terra soprada pelo vento em minha direção, demorei mais do que o habitual para congelar as imagens vistas por meus olhos curiosos, pelas quais optaram por arquivar.

Quando meus primos chamaram pelo cavalo branco, desconfiado, cauteloso – com 18 anos de idade um cavalo é considerado velho – tão curioso quanto eu, chegou mais perto de onde estávamos.

Toco é esperto e depois do passeio se escondeu de mim atrás do galpão.
O “Toco” como é chamado, fez a volta pelo colchão onde estávamos sentados e em seguida se afastou. Quando finalmente consegui carregar a arma de chumbinho, ele se aproximou. Foi plateia durante o tempo em que treinávamos a mira na única lata encontrada na fazenda, equilibrada na cerca responsável por contornar a casa, o galpão, a quinta e o lugar onde as ovelhas pernoitam. 

Me foi dada cinco chances de acertar o alvo, embora a torcida contra do meu tio, a missão foi completada com sucesso. Atribuo minha mira ou técnica que desconhecia totalmente deter, fundamentada na interrupção temporária da respiração, à semelhança com as técnicas fotográficas.  Praticamente a mesma antes de clicar a imagem escolhida.

O céu mudava de cor, ação praticamente hipnótica. Ao fim do primeiro dia fui buscar as ovelhas com meu primo, pedi ao Toco sua permissão para monta-lo. Acho que ter animais em casa e gostar de leituras, me instigou ainda mais a imaginar o que eles pensam, indo de encontro ao conceito de que os seres humanos são os únicos dotados de racionalidade. Me divirto mais assim.
No entardecer as cores se entrelaçam .
Corri, corri, corri e ri muito, aquele lance de que cavalgar produz a sensação de liberdade é tudo verdade.

A qualquer hora,
em qualquer lugar...
Foi assim, durante três dias, natureza, bichos, tiro ao alvo, comes e bebes e enquanto ouvia mais do que falava entendi que sempre quero tanto e nem um terço desse tempo todo sou feliz, e para ser feliz não é preciso muito. 

PS- Vi como uma vaca é carneada, comi churrasco no dia seguinte, não fiz fiasco (de vomitar e tals) e inevitavelmente apresentei alergia pelo corpo inteiro depois de consumir carne de caça, além de agravar minha lesão no joelho. Mesmo assim valeu a pena, perdi o medo de vacas e galinhas. 

quarta-feira, maio 2

Os Marcos


Marcar fases da vida vai além dos jogos de vídeogame, de superar os “chefes imortais” ou quase isso. De virar as madrugadas esperando por novas conquistas. 

Essa nova fase foi assinalada por escolhas, fazer tudo que ainda não havia feito, obviamente que caso contrário não seria novo, mas, também fazer de um jeito que somente o universo paralelo poderia proporcionar. As conjecturas que compõem a segunda opção. A que o seu outro “eu” escolheria.

Fazer diferente, começar pelo fim. 
Transformar o primeiro encontro e fazer dele a “incidência acidental”.  Chocar invés de conquistar, expurgar em lugar de tomar para si como nova consciência.

Ah! Chutar o balde ou quem estiver na frente, fugir das concepções predelineadas, não delinear coisa alguma. 

Borrar, desfocar, fazer arte...

Foi pensando assim que tomei coragem para viajar, não apenas com meus pensamentos, sobre as teorias que movem o mundo, ou os mundos dos quais temporariamente posso fazer parte, falo no sentido real da expressão. Viajei 42km em 1h, quando dei por mim estava documentando tudo outra vez.


quinta-feira, abril 19

Horas de aprendizado

 Nunca conheci um alguém tão debochado quanto minha mãe. Estávamos no ônibus com destino ao Uruguai para passarmos um dia de menina (compras) quando fui alertada por ela para que prestasse atenção na conversa de duas mulheres, as quais não pude ver de quem se tratavam para melhor descrevê-las...

Era uma manhã cinza, uma daquelas que costumo utilizar para viajar em lembranças e talvez sonhos ainda não realizados. Havia chovido na noite anterior e fazia um pouco de frio.

O pouco que ouvi pude compreender que uma delas se tratava de uma hipocondríaca, que sofria de flatulências e descrevia com riqueza de detalhes o processo sofrível pelo qual era submetida após a ingestão de determinados alimentos.

Fui pega de surpresa pelo vermelhidão meio aroxeado das bochechas de minha mãe, que quase sem sucesso, se exprimiam pra não deixar escapar o riso debochado provocado por aquela conversa sem sentido.

Na tentativa de dispersar tais pensamentos ela resolveu me explicar os por menores da paisagem, sendo eu "grossa de cidade" nunca havia visto uma plantação de soja. 

Na minha visão leiga se tratava de flores miúdas alaranjadas, coisa linda de se ver. 

Em seguida, uma plantação de milho, arroz e azevém (esta última é pastagem específica para o gado), barragem de irrigação, e por fim ela não poderia perder a chance de me apresentar alguns animais. 

Disse com um tom que somente ela sabe usar, como quem fala com criança sobre coisa séria:  - Minha filha aquilo é um avestruz.  - Fiz uma expressão antipática como quem diz: Eu já sabia, mas confesso que não tinha prestado atenção e achei aqueles “patos” um pouco mais alto e magros que o normal, nada parecido com os que havia visto na fazenda do tio Davi.

Ela não contente continuou:
- E... finalmente, aquilo são vacas.
Fitei seus olhos castanhos bem delineados e com aquele cumprimento de cílios que invejo, de imediato e junto soltei uma sonora gargalhada. 

Foi só o início de uma tarde maravilhosa entre “los hermanos”.

quarta-feira, agosto 17

O silêncio verborrágico de um diário de bordo não escrito

Não faltou coragem, me deixei levar... apenas fui e vivi.

Ao desembarcar mal sentia meus pés, pareciam ter optado por permanecer sob as nuvens. Ainda descrente enchi meus olhos com toda a informação que fosse possível capturar e havia tanto. O olhar agia como lentes nervosas, cujo ISO e obturador, propositalmente configurados para que entrasse toda a luz, capaz de invadir minha alma velha, disparasse ininterruptamente. 

Sem exageros cada sorriso era um flash, o rosto por hora parecia ter congelado, os músculos todos contraídos em um só formato, deliciosamente motivado.

O brilho incandescente daqueles olhos ofuscaram todos os outros filetes, e a luz oriunda daquele sorriso me deixou muda e paralisada. Não sabia pelo quê esperar ou se deveria.

Tanto tempo... Era como se não havia existido. Uma grande pausa e todos os sonhos recolhidos, as decepções colecionadas por mais de uma década, se transformaram em apenas sonhos ruins. Nada além... Como pode?
Ver o igual por outro ângulo.
Foto: Éverton Fagundes
E tudo ficou perfeito. Até o chamar de minha atenção era suportável, mesmo que precisasse de um tempo para processar tais conhecimentos, tudo era novo e não sabia o que pensar.

Não estava no comando, apenas deveria me deixar guiar. E foi tão bom ser eu mesma, abusar da fragilidade escondida tão profundamente, nada de blindagem, sem armadura. E sem vergonha ou medo.
A tarde de sol e um calor gostoso ganharam estrelas em apenas um lugar, era possível observar dali até a estratosfera. Eu ria, via, sentia...


Depois podia comer um caminhão de cultura, arte, pintura, livros, cinema, tudo à disposição, ao alcance dos dedos e meu medo... era só em querer tocar e finalmente perceber que era tudo verdade.

Ouvir os sons de todos os tipos, as músicas desconhecidas e, um perfume de casa limpa, como a que imaginamos nas propagandas de amaciante de roupas... Depois contemplar o pôr do sol. 

Tudo isso no primeiro de sete dias.
Não queria mais acordar. Nunca mais.


sexta-feira, junho 17

Colateral

Num exercício puramente desesperado pela criação, busquei inspirações em autores mortos. Neles que existiram em épocas onde havia mais dignidade e retidão de sentimentos, ideias e valores.

Onde as palavras expressavam bem mais que a necessidade de construir imagens irreais, mesmo quando o imaginável jamais fosse se materializar ou não.

E que sentido essa última frase detém?

O inimaginável existe, mesmo numa realidade paralela, quase se confunde com o virtual. O é de modo a não ser tocado, como o vento, percebido, assimilado, sentido... Na contramão do entendimento, seguem simbologias intrincadas, que trincam crenças e eis que surge o inacreditável.

Então... Que a falta de sentido tenha definição, e que o indefinível seja mais que indelével, incolor, incontrolável e que nada se resuma a dor.

terça-feira, outubro 20

Engole inteira

Quando acordei...

Foi como um soco no estômago... No meio da madrugada, acordar com um peso na consciência... Afinal, não tinha cumprido parte da minha rotina, que talvez já faça mais parte de mim, que um beijo de boa noite...

Cheguei em casa depois de um dia mais ou menos, uma noite nada mal, mas sem histórias bacanas para contar.

Cobranças, puxões de orelha, um sentimento de “ridícula” no ar! Não deveria ter ido lá, tem algo que me incomoda, não sei decifrar... Não importa.

Dormi no sofá, em meio aos afagos da mamãe, conversas sobre o filme de ação que papai assistia na TV, novidades da noite, depois do jantar.

Assim, meio acomodada, adormeci.

Acordei na hora do intervalo, corri para minha cama... Só me joguei, desmaiei, não sei o porquê do cansaço, um corpo pesado e, que cai...Despertei quase às três e meia, como se uma voz me chamasse, e dissesse “Você não publicou nada”... Que cobrança mais descabida, e há essa hora!

Os cliques de sempre... Nenhuma novidade. Que saco!

Tento me lembrar se alguma coisa valeu a pena, e recordo da minha voz estridente, não queria lembrar... Tá tudo estranho.

Lembrei de pelo menos duas pessoas reclamarem que não conseguiram publicar seus comentários aqui. Fiquei de cara, eu queria tanto.

Têm outras que dizem que lêem. Pô! Bacana. Mas, não comentam, dane-se.

E quem tá a fim não consegue. Não quis dizer a elas para ter paciência, também não tenho. Não gosto de esperar.

 

“Detesto perguntas no ar, aquelas sem respostas, que não foram respondidas só para sacanear. As que não dependem de mim, as que me obrigam a pensar. Malditos filósofos filhos da $*#@, não vivo sem eles”.

 

E quando pisco novamente já são quatro da manhã... Me engole às vezes esse tempo que não pára. Podia ao menos mastigar?!

“Doce vida amarga, cuja acidez dos desencantos me fez dependente.”

domingo, outubro 18

Entre cifras e acordes, uma noite compassada

Lá estava ele todo prosa, em meio ao ambiente meio verde, meio rosa, com uma luz um tanto alaranjada.
Com passos de levantar poeira, todos os amigos sentados ao redor da mesa e, mais e mais cadeiras foram necessárias para acomodar todos ali, perto do palco improvisado.
Um artista incorporado e seu momento...
Abrem-se as cortinas do espetáculo, só um oráculo para decifrá-los, antes dos primeiros acordes o anúncio feito pelo homem de braço quebrado, “Silvio Neto”, disse ele, “Num Tributo a Raul Seixas”.
P1040222 E a noite começou…
…com meia dúzia de gatos pingados, que deram lugar as cadeiras ao redor das mesas e ao som embalado, por um cheiro de saudades daquelas frases repletas de subliminaridade, foi quando do nada não havia mais todo aquele espaço no local com paredes pintadas de cunani e maracá, talvez um macaco com violão, mas o que importa eram os ausentes do presente, que convidavam à uma viagem sem rumo, só a fim de navegar por lembranças que foram vividas ou não.
Ora num ritmo acelerado, ora o deixava pairando no ar, aquele jeito maluco beleza de empolgar, quem via e ouvia no ambiente sem distinção.
PalcoGentePúblico   Silvio Carneiro
Uma sensação agradável, não era preciso mais nada, amigos, alguns copos sobre a mesa, conversas que ninguém entende e um som ao fundo que fala mais alto que emoção, para muita gente. Goles de água com limão para não ressecar as cordas vocais e dá-lhe mais Raulzito…
Num jeito meio esquisito, me despeço sem rodeios porque amanhã dos detalhes, não lembrarei mais.
“Ao redor do palco vez ou outra, uma rã roqueira fazia menção de querer entrar, se encorajou com o Rock das Aranhas, talvez por imaginar que a bicharada estava por chegar.
Se acomodou aos pés do cantor, num gesto de adoração também se pôs a cantar.”

domingo, outubro 11

Despertar às 11h

Hoje amanheci me achando velha... Mas, a parte boa é que estou romanticamente bem humorada.

Votos de bom feriado recebido de uma amiga por sms, retribuído por msn. De bom dia ao meu namorado, que ontem não estava legal. Salvou o meu dia! Disse ele.

Navegando por águas desconhecidas... Recordei meus melhores momentos,  nas últimas 72h, viajei na minha imaginação entorpecida pela injeção de criatividade, graças a outros dois amigos, um cineasta e o outro louco na arte de encarar o mundo com olhos de poeta, cuja poesia se vê na retina dele, porque pouco ele fala... A fada verde que o diga.

Mas, mergulhei durante aquele momento em que o filme passava, e a luz do monitor me trouxe um rosto na mente e um diálogo interminado... Que poderia virar um curtíssimo, ou um diálogo de uma peça, quem sabe. Sonho com isso!

Sou muito egoísta, disse ela.

Eu te aceito, ele respondeu encarando.

Ela imaginou que fosse o álcool se misturando ao sangue. E, pensou: "O que eu levar dessa vida é só meu, os cacos servirão de colagens da minha história, para arte que só eu irei admirar. Por isso não importa".

As gotas de água que lhe molhavam o rosto, brilhavam como estrelas... Fatos.

Foi então que a leitura me prendeu e trouxe meus pés de novo à realidade...

A fome de alguns que passaram a engolir as letras, por pura maldade... Roubou minha atenção. 

Que horror! Como se não bastasse tanta crueldade por aí. Agora a moda é comer letras, deixar as palavras incompletas que antes unidas de mãos dadas, hoje perderão irmãs de sangue.

Agora dizem:

  • Conjectura sem o "c".
  • Administração sem o "d".

E outras tantas, que não lembro agora.

Nem quero imaginar como ficaria a psicologia sem o "s". Etimologicamente mudaria o estudo de caso, então. E a mente humana ficaria mais embaixo.

Como já afirmam que é por onde o homem pensa. Que maldade!

quinta-feira, outubro 8

Caber na mala

Um amiga vai viajar... de verdade, não as viagens que faço todos os dias, ela vai pra Santa Catarina. Nessa época do ano faz muito frio lá, mas para os nortistas qualquer ventinho já é frio.
Então, ela me pediu ajuda para achar algumas peças para vestir, lugares onde comprar e tal... quando chegasse lá.
Enquanto pesquisava e dava umas dicas bateu uma saudade enorme...Queria caber na mala, sei que sou compacta. Mas, seria para não voltar mais.
Sinto saudades do frio, da palidez da pele, dos copos de quentão, dos corpos cobertos de roupas, e das idéias oriundas disso. Como será no verão?
Aqui no norte não rola isso, não tem mistério, tudo está sempre tão amostra, tão intediante. Não são particularidades que não vemos quando estamos no sul, a curiosidade às vezes está só no fato de não vermos as mãos embaixo das luvas, o pescoço escondido pelo cachecol, a silhueta, porque milhões de moletons fazem volume...
Das conversas sem ter que dar bilhões de explicações pelo que se quis dizer, nem mudar a entonação para que ninguém fique magoadinho... Basta conversar, sem se esquivar dos toques nada bem vindos, dessa pegação desnecessária.
Ok! Já sei como se comportam... mas, não sou assim, não adianta. Ao contrário do meu pai, não pertenço ao lugar onde estou.
Na verdade não pertenço a lugar nenhum... nem a ninguém. Sou senhora do meu domínio, destino e das minhas vontades.
Tô com tanta saudades de casa, do vento frio, das folhas que caem no outono, das combinações de botas pesadas com vestidos levinhos, de calor humano só para se aquecer, num gesto unicamente egoísta... Dos rocks espalhados por vários locais na cidade, onde quase não encontramos os "arroz de festa", "figurinhas repetidas", "piriguetes", lá para as atiradas , nos referimos como "chinas", e não chamamos, elas vem aos montes, como em qualquer outro lugar. São maus necessários, imagina se só existissem "moças pra casar"?
Viva o híbrido!!!
Mas, realmente estou com tantas saudades de casa, que poderia caber numa mala... pra não voltar mais.
Preciso muito viajar.