| Essa árvore praticamente fala. |
| Disputa para saber quem sai melhor no close. |
| Toco é esperto e depois do passeio se escondeu de mim atrás do galpão. |
| No entardecer as cores se entrelaçam . |
| A qualquer hora, em qualquer lugar... |
| Essa árvore praticamente fala. |
| Disputa para saber quem sai melhor no close. |
| Toco é esperto e depois do passeio se escondeu de mim atrás do galpão. |
| No entardecer as cores se entrelaçam . |
| A qualquer hora, em qualquer lugar... |
| Ver o igual por outro ângulo. Foto: Éverton Fagundes |
Foi como um soco no estômago... No meio da madrugada, acordar com um peso na consciência... Afinal, não tinha cumprido parte da minha rotina, que talvez já faça mais parte de mim, que um beijo de boa noite...
Cheguei em casa depois de um dia mais ou menos, uma noite nada mal, mas sem histórias bacanas para contar.
Cobranças, puxões de orelha, um sentimento de “ridícula” no ar! Não deveria ter ido lá, tem algo que me incomoda, não sei decifrar... Não importa.
Dormi no sofá, em meio aos afagos da mamãe, conversas sobre o filme de ação que papai assistia na TV, novidades da noite, depois do jantar.
Assim, meio acomodada, adormeci.
Acordei na hora do intervalo, corri para minha cama... Só me joguei, desmaiei, não sei o porquê do cansaço, um corpo pesado e, que cai...Despertei quase às três e meia, como se uma voz me chamasse, e dissesse “Você não publicou nada”... Que cobrança mais descabida, e há essa hora!
Os cliques de sempre... Nenhuma novidade. Que saco!
Tento me lembrar se alguma coisa valeu a pena, e recordo da minha voz estridente, não queria lembrar... Tá tudo estranho.
Lembrei de pelo menos duas pessoas reclamarem que não conseguiram publicar seus comentários aqui. Fiquei de cara, eu queria tanto.
Têm outras que dizem que lêem. Pô! Bacana. Mas, não comentam, dane-se.
E quem tá a fim não consegue. Não quis dizer a elas para ter paciência, também não tenho. Não gosto de esperar.
“Detesto perguntas no ar, aquelas sem respostas, que não foram respondidas só para sacanear. As que não dependem de mim, as que me obrigam a pensar. Malditos filósofos filhos da $*#@, não vivo sem eles”.
E quando pisco novamente já são quatro da manhã... Me engole às vezes esse tempo que não pára. Podia ao menos mastigar?!
“Doce vida amarga, cuja acidez dos desencantos me fez dependente.”
Hoje amanheci me achando velha... Mas, a parte boa é que estou romanticamente bem humorada.
Votos de bom feriado recebido de uma amiga por sms, retribuído por msn. De bom dia ao meu namorado, que ontem não estava legal. Salvou o meu dia! Disse ele.
Navegando por águas desconhecidas... Recordei meus melhores momentos, nas últimas 72h, viajei na minha imaginação entorpecida pela injeção de criatividade, graças a outros dois amigos, um cineasta e o outro louco na arte de encarar o mundo com olhos de poeta, cuja poesia se vê na retina dele, porque pouco ele fala... A fada verde que o diga.
Mas, mergulhei durante aquele momento em que o filme passava, e a luz do monitor me trouxe um rosto na mente e um diálogo interminado... Que poderia virar um curtíssimo, ou um diálogo de uma peça, quem sabe. Sonho com isso!
Sou muito egoísta, disse ela.
Eu te aceito, ele respondeu encarando.
Ela imaginou que fosse o álcool se misturando ao sangue. E, pensou: "O que eu levar dessa vida é só meu, os cacos servirão de colagens da minha história, para arte que só eu irei admirar. Por isso não importa".
As gotas de água que lhe molhavam o rosto, brilhavam como estrelas... Fatos.
Foi então que a leitura me prendeu e trouxe meus pés de novo à realidade...
A fome de alguns que passaram a engolir as letras, por pura maldade... Roubou minha atenção.
Que horror! Como se não bastasse tanta crueldade por aí. Agora a moda é comer letras, deixar as palavras incompletas que antes unidas de mãos dadas, hoje perderão irmãs de sangue.
Agora dizem:
E outras tantas, que não lembro agora.
Nem quero imaginar como ficaria a psicologia sem o "s". Etimologicamente mudaria o estudo de caso, então. E a mente humana ficaria mais embaixo.
Como já afirmam que é por onde o homem pensa. Que maldade!