"O texto simplifica meu eu complexo, ora é aliado, ora me faz refém".- Hellen Cortezolli

sexta-feira, março 26

No limite do meu sarcásmo

Decepção, se não te mata, te faz crescer.

Oba! Já posso tocar as nuvens.

Imagine que quando criança era iludida com a afirmação que leite com achocolatado era mais eficiente para o crescimento...

Essa "indústria cultural", sempre nos prega peças. Ah, como era doce a ilusão perdida.

Um desapontamento como aqueles em que a borracha não tem efeito, logo, não cresci.

Mas, conheço profundamente a textura das nuvens.

Sei também que têm cores diferentes, e o céu não é só azul.

Melhor reescrever as frases então. Mas, como?

O que já foi agora não é mais. Falo do tempo de costas novamente... Esse danadinho! Corre apressadamente e me deixa para trás.

As pessoas não são pequenas, às vezes elas só não existem.

Talvez o que vingue mesmo, seja bicho – o bicho gente. Coisa feia. Esquisito.

 

Para desilusão deveria haver mais significados, além de decepção e desapontamento. Por exemplo, dez ilusão ou ainda, dez i lusão (uma luz maior que as convencionais), poderia ser também quantitativo, dez ilusão, nov ilusão, oit ilusão, set ilusão, seis ilusão... Já que elas não terminam nunca, talvez devessem começar com A de Eterno, isso eu ouvi em algum lugar, rsrsrs.

 
Ontem não foi legal, as leis deveriam ser coisa boa, não são. Quem faz as leis detém poder demais, quanto peso suporta o travesseiro?
O tempo não correu.
Me senti muito mal, mas senti, pensei, refleti e ainda assim, as horas passaram, a noite chegou e foi embora, e um novo dia nasceu...
Não conferi meus centímetros ganhos (para cima, pois para os lados tenho certeza que ontem não cresci, não comi, não bebi, fingi que não era comigo).
E, hoje é sexta-feira, que bom!


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