"O texto simplifica meu eu complexo, ora é aliado, ora me faz refém".- Hellen Cortezolli

terça-feira, outubro 20

T partiu…

Saí de manhã, depois de uma noite mal dormida. Fomos ver móveis novos para o quarto.
Voltei um pouco pior. Uma hora depois do horário que havia saído de casa. Os caixas eletrônicos daquele  “banco” nojento, resolveram parar de funcionar todos no mesmo dia.

Achei algumas coisas que não procurava.
Pensei em pessoas inteligentes que hoje soam tão burras. O quão patético pode se tornar?
Lembrei de uma frase dita por uma amiga… Algo que fez referência a quinta série. Não dividi o quanto nos últimos meses o universo tem regredido, eu inclusive, faço parte dele afinal.
Li coisas antigas, produzidas em épocas de fartura mental. Acho que não sobrou mais nada da criatividade… Tá tudo oco.
Penso em palavras, que soam quase como elogios:
  • Patéticos;
  • Odiosos;
  • Repulsivos;
  • Degradantes;
Na verdade podem vir a ser adjetivos, quase direcionados.
Sinto nojo. Mas minha mãe tem razão. Não quero mais nada. Preciso ir…
Perdi aquele “T” em tudo!
O que esperar desse dia? O que ele pode esperar de mim?